“Não estou ali à toa. A Record me escolheu com o aval do Marcelo”, diz Fabíola Gadelha
Não vai ter o bordão "corta pra 18" no "Cidade Alerta", da Record, no período de uma semana. Isso porque, desta&nbs
Atualizado em 21/07/2014 às 16:07, por
Jéssica Oliveira.
Não vai ter o bordão "corta pra 18" no "Cidade Alerta", da Record, no período de uma semana. Isso porque, desta segunda-feira (21/07) até o próximo sábado (26/07), Fabíola Gadelha, repórter da TV A Crítica, afiliada da emissora em Manaus (AM), cobrirá as férias de Marcelo Rezende, apresentador do programa.
Crédito:Edu Moraes/ Record Fabíola Gadelha foi escolhida para substituir Marcelo Rezende nas férias do apresentador
“Me sinto privilegiada. É uma responsabilidade muito grande. Vou substituir o meu ídolo, que é o Marcelo [Rezende], um cara experiente, com um jeito único de apresentar. Ele me disse: ‘Vai lá e seja você, faça o que você sabe fazer’. É isso que vou fazer, pensando nos toques que ele me deu. Espero que agrade ao público”, conta Fabíola.
A jornalista chamou atenção pela atuação na TV A Crítica, em que sem receio de perguntar e sem papas na língua, acompanha de perto o trabalho da polícia e é incisiva ao entrevistar criminosos. Aos poucos, sua participação no “Cidade Alerta” só aumentou, passando de entradas ao vivo diárias no programa para o comando aos sábados e agora para a cobertura das férias do apresentador. “Não estou ali à toa, a Record me escolheu mas com o aval do Marcelo. Ele é meu professor”, diz.
Fã de Rezende, Fabíola está ansiosa para o desafio que inicia hoje, mas tranquila porque se sente em casa no canal. “Temos o mesmo foco, que é trabalhar para trazer resultados à sociedade, não só informar”, afirma. Segundo ela, à frente do "Cidade Alerta" fará o mesmo que faz em Manaus, mas com um pouco mais de limites. “Às vezes, tenho vontade de falar muita coisa, de esculachar o bandido, de fazer um pedido de justiça, mas na apresentação preciso me conter”, explica.
Características fortes Com pouco mais de dez anos no jornalismo policial, oito apenas na TV A Crítica, Fabíola conta que nunca parou de trabalhar, mesmo nas várias vezes em que sofreu ameaças de morte. “Quando comecei na área de polícia vi que era a minha praia. Estou com a consciência tranquila, trabalho com a verdade, não tenho o que temer. Sou prudente, tomo vários cuidados, mas medo eu não tenho".
No início da carreira, ela lembra que a forma com que fazia suas matérias rendeu muitas críticas, especialmente entre os colegas de profissão e defensores dos direitos humanos, que não reconheciam seu trabalho como jornalista. Mas ela garante que o tempo mostrou o contrário.
“Eu podia até fugir das regras, mas eu sabia que daquela forma, trazia resultado. Tenho uma forma minha de abordar [os assuntos], porque se você demonstrar medo, eles [criminosos] me jantam. São características fortes. E eu sempre trabalhei com a verdade. Tem dado certo”.
Crédito:Edu Moraes/ Record Fabíola Gadelha foi escolhida para substituir Marcelo Rezende nas férias do apresentador
“Me sinto privilegiada. É uma responsabilidade muito grande. Vou substituir o meu ídolo, que é o Marcelo [Rezende], um cara experiente, com um jeito único de apresentar. Ele me disse: ‘Vai lá e seja você, faça o que você sabe fazer’. É isso que vou fazer, pensando nos toques que ele me deu. Espero que agrade ao público”, conta Fabíola.
A jornalista chamou atenção pela atuação na TV A Crítica, em que sem receio de perguntar e sem papas na língua, acompanha de perto o trabalho da polícia e é incisiva ao entrevistar criminosos. Aos poucos, sua participação no “Cidade Alerta” só aumentou, passando de entradas ao vivo diárias no programa para o comando aos sábados e agora para a cobertura das férias do apresentador. “Não estou ali à toa, a Record me escolheu mas com o aval do Marcelo. Ele é meu professor”, diz.
Fã de Rezende, Fabíola está ansiosa para o desafio que inicia hoje, mas tranquila porque se sente em casa no canal. “Temos o mesmo foco, que é trabalhar para trazer resultados à sociedade, não só informar”, afirma. Segundo ela, à frente do "Cidade Alerta" fará o mesmo que faz em Manaus, mas com um pouco mais de limites. “Às vezes, tenho vontade de falar muita coisa, de esculachar o bandido, de fazer um pedido de justiça, mas na apresentação preciso me conter”, explica.
Características fortes Com pouco mais de dez anos no jornalismo policial, oito apenas na TV A Crítica, Fabíola conta que nunca parou de trabalhar, mesmo nas várias vezes em que sofreu ameaças de morte. “Quando comecei na área de polícia vi que era a minha praia. Estou com a consciência tranquila, trabalho com a verdade, não tenho o que temer. Sou prudente, tomo vários cuidados, mas medo eu não tenho".
No início da carreira, ela lembra que a forma com que fazia suas matérias rendeu muitas críticas, especialmente entre os colegas de profissão e defensores dos direitos humanos, que não reconheciam seu trabalho como jornalista. Mas ela garante que o tempo mostrou o contrário.
“Eu podia até fugir das regras, mas eu sabia que daquela forma, trazia resultado. Tenho uma forma minha de abordar [os assuntos], porque se você demonstrar medo, eles [criminosos] me jantam. São características fortes. E eu sempre trabalhei com a verdade. Tem dado certo”.





