"Não consigo ver mais nenhum tipo de reação", diz Traumann sobre impeachment
O ex-porta-voz da presidente Dilma Rousseff e ex-ministro da secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto, o jornalista Thomas Traumann
Atualizado em 14/04/2016 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-porta-voz da presidente e ex-ministro da secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto, o jornalista Thomas Traumann, afirmou que não há mais como o governo tentar barrar o impeachment.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro não vê saída e acredita que governo Dilma chegou ao fim
Segundo a Agência Estado, para Traumann, o governo conseguiu controlar a situação até o posicionamento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao recomendar que o Supremo Tribunal Federal (STF) anulasse a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil.
"Acho que acabou. Não consigo ver mais nenhum tipo de reação que o governo possa ter. A partir da decisão do Janot, teve uma virada. Mostrou uma fragilidade muito grande do governo. Uma coisa era, para as pessoas que estavam negociando, ter o Lula como chefe da Casa Civil, com a caneta na mão. A outra é não ter", disse.
O ex-ministro deixou o Palácio do Planalto em março do ano passado, uma semana depois que o jornal O Estado de S. Paulo divulgou o conteúdo de um documento reservado que previa "caos político" e questionava a "comunicação errática" do governo.
Desde então, Traumann tem atuado na iniciativa privada. "Estou como consultor e tenho que entender a política como ela está, ter um termômetro. Ontem foi um dia muito importante, um dia decisivo... Faço cenários para mostrar para onde estão indo as coisas e por isso tenho que conversar com as pessoas", explicou.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro não vê saída e acredita que governo Dilma chegou ao fim
Segundo a Agência Estado, para Traumann, o governo conseguiu controlar a situação até o posicionamento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao recomendar que o Supremo Tribunal Federal (STF) anulasse a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil.
"Acho que acabou. Não consigo ver mais nenhum tipo de reação que o governo possa ter. A partir da decisão do Janot, teve uma virada. Mostrou uma fragilidade muito grande do governo. Uma coisa era, para as pessoas que estavam negociando, ter o Lula como chefe da Casa Civil, com a caneta na mão. A outra é não ter", disse.
O ex-ministro deixou o Palácio do Planalto em março do ano passado, uma semana depois que o jornal O Estado de S. Paulo divulgou o conteúdo de um documento reservado que previa "caos político" e questionava a "comunicação errática" do governo.
Desde então, Traumann tem atuado na iniciativa privada. "Estou como consultor e tenho que entender a política como ela está, ter um termômetro. Ontem foi um dia muito importante, um dia decisivo... Faço cenários para mostrar para onde estão indo as coisas e por isso tenho que conversar com as pessoas", explicou.





