“Não acredito em programa sem jornalismo", diz Luiz Bacci sobre o novo "Tá na tela"
“Tá na Tela” estreia nesta segunda-feira (4/8) às 15h30 na Band. O programa conta com plateia no estúdio e equipe espalhada por todo o País.
Atualizado em 04/08/2014 às 13:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta segunda-feira (4/8), o jornalista Luiz Bacci estreia seu novo programa na Band. O “Tá na Tela”, exibido semanalmente às 15h30, conta com a participação de praças espalhadas pelas principais capitais do País, além da interação da plateia durante a atração. “Essa é uma oportunidade única na minha vida porque é muito raro isso acontecer", disse o apresentador, e m entrevista para o UOL.
Bacci explicou ainda que a atração foi moldada à sua maneira, e que Silvio Santos foi primordial na realização do sonho de apresentar um programa de auditório. “O Silvio Santos mudou a minha vida de novo quando falou para o ‘Pânico que’ queria tirar eu e o Marcelo Rezende da Record. Foi aí que a Band se mexeu".
Crédito:Divulgação "Na tela" estreia nesta segunda-feira (4/8) na Band "Me sinto muito sozinho no estúdio sem a plateia. Não gosto de plateia que está lá só para aplaudir. Vamos falar dos famosos, de casos misteriosos. Eu gostaria de saber se as pessoas estão tendo a mesma reação que a minha. Será que as pessoas têm o mesmo sentimento que o meu? Esse era o meu grande desejo”. Aos 30 anos, o jornalista conta que acompanha os concorrentes e aposta no jornalismo para atingir bons índices no horário vespertino.
"A pressão por parte da imprensa pela audiência sempre vai ter, mas eu gosto de entrar na briga e não gosto de ficar parado. Não acredito em programa sem jornalismo. O público pede por isso", diz. No mesmo período que o “Tá na Tela” será exibido, passam programas consolidados na televisão aberta, como o "Programa da Tarde", que conta com os ex-colegas Britto Jr, Ana Hickmann e Ticiane Pinheiro; como também o "Vídeo Show" e às novelas mexicanas, no SBT.
Embora seja visto como trunfo pela Band, Bacci diz que o esperado sucesso do programa deve ser atribuído ao conteúdo da atração. "Tenho muito pé no chão. Hoje não adianta ter só o apresentador se não tiver conteúdo. É diferente do passado, quando o público era mais preso ao comunicador. Tenho plena convicção de que se estiver sozinho falando as pessoas não vão se interessar, mas apensas se eu tiver o que mostrar para elas", analisa.
O jornalista também comentou sobre a rescisão de contrato com a Record, situação a qual ele comparou como o fim de um casamento. "Não acabei com aquele casamento porque a mulher era feia ou porque não gostava dela, mas para me casar com uma que combinasse mais com os meus sonhos. Não tenho nenhuma decepção. Foi bom enquanto durou", ponderou.
Bacci explicou ainda que a atração foi moldada à sua maneira, e que Silvio Santos foi primordial na realização do sonho de apresentar um programa de auditório. “O Silvio Santos mudou a minha vida de novo quando falou para o ‘Pânico que’ queria tirar eu e o Marcelo Rezende da Record. Foi aí que a Band se mexeu".
Crédito:Divulgação "Na tela" estreia nesta segunda-feira (4/8) na Band "Me sinto muito sozinho no estúdio sem a plateia. Não gosto de plateia que está lá só para aplaudir. Vamos falar dos famosos, de casos misteriosos. Eu gostaria de saber se as pessoas estão tendo a mesma reação que a minha. Será que as pessoas têm o mesmo sentimento que o meu? Esse era o meu grande desejo”. Aos 30 anos, o jornalista conta que acompanha os concorrentes e aposta no jornalismo para atingir bons índices no horário vespertino.
"A pressão por parte da imprensa pela audiência sempre vai ter, mas eu gosto de entrar na briga e não gosto de ficar parado. Não acredito em programa sem jornalismo. O público pede por isso", diz. No mesmo período que o “Tá na Tela” será exibido, passam programas consolidados na televisão aberta, como o "Programa da Tarde", que conta com os ex-colegas Britto Jr, Ana Hickmann e Ticiane Pinheiro; como também o "Vídeo Show" e às novelas mexicanas, no SBT.
Embora seja visto como trunfo pela Band, Bacci diz que o esperado sucesso do programa deve ser atribuído ao conteúdo da atração. "Tenho muito pé no chão. Hoje não adianta ter só o apresentador se não tiver conteúdo. É diferente do passado, quando o público era mais preso ao comunicador. Tenho plena convicção de que se estiver sozinho falando as pessoas não vão se interessar, mas apensas se eu tiver o que mostrar para elas", analisa.
O jornalista também comentou sobre a rescisão de contrato com a Record, situação a qual ele comparou como o fim de um casamento. "Não acabei com aquele casamento porque a mulher era feia ou porque não gostava dela, mas para me casar com uma que combinasse mais com os meus sonhos. Não tenho nenhuma decepção. Foi bom enquanto durou", ponderou.





