Na Venezuela, sindicato denuncia desaparecimento de jornalista
O Sindicato dos Trabalhadores da Imprensa na Venezuela (SNTP) denunciou no sábado (4) o desaparecimento do jornalista Jesús Medina, que publicou recentemente uma reportagem sobre irregularidades em uma penitenciária do país.
Atualizado em 06/11/2017 às 07:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O repórter estaria detido na sede do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin). A informação é da AFP. Crédito:Reprodução Medina é repórter fotográfico do portal dolartoday.com, crítico do governo e principal referência do mercado paralelo de divisas. Pelo Twitter o Sindicato avisou sobre o sumiço do profissional e exigiu ao fiscal designado pela assembleia nacional constituinte, Tarek William Saab, uma resposta sobre o desaparecimento de Medina.
“Tarek William Saab, o repórter Jesús Medina tem mais de 12 horas desaparecido. Necessitamos respostas”, escreveu na manhã de domingo (5) o SNTP em sua conta oficial do Twitter.
No sábado (4) jornalistas venezuelanos denunciaram, por meio das redes sociais, o desaparecimento do repórter. Os comunicadores subiram a hashtag “DóndeEstaJesúsMedina”, exigindo respostas das autoridades.
Três dias antes do desaparecimento, Medina publicou uma mensagem na qual denunciava intimidações. "Atenção! Começam as ameaças contra minha família e minha pessoa pelas publicações da reportagem de Tocorón".
A matéria contava com fotografias de uma suposta discoteca dentro da prisão, que abriga detentos considerados perigosos. depois de entrar em Tocorón, no estado de Aragua.
Dois dias depois foram liberados por ordem da Promotoria. De acordo com o sindicato, o Sebin negou que Medina estivesse sob seu poder. As autoridades venezuelanas não se pronunciaram publicamente sobre o caso.
Saiba mais:
“Tarek William Saab, o repórter Jesús Medina tem mais de 12 horas desaparecido. Necessitamos respostas”, escreveu na manhã de domingo (5) o SNTP em sua conta oficial do Twitter.
No sábado (4) jornalistas venezuelanos denunciaram, por meio das redes sociais, o desaparecimento do repórter. Os comunicadores subiram a hashtag “DóndeEstaJesúsMedina”, exigindo respostas das autoridades.
Três dias antes do desaparecimento, Medina publicou uma mensagem na qual denunciava intimidações. "Atenção! Começam as ameaças contra minha família e minha pessoa pelas publicações da reportagem de Tocorón".
A matéria contava com fotografias de uma suposta discoteca dentro da prisão, que abriga detentos considerados perigosos. depois de entrar em Tocorón, no estado de Aragua.
Dois dias depois foram liberados por ordem da Promotoria. De acordo com o sindicato, o Sebin negou que Medina estivesse sob seu poder. As autoridades venezuelanas não se pronunciaram publicamente sobre o caso.
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