“Na Síria, a revolução perdeu a honra", diz jornalista italiano sequestrado no país

Após ser libertado há dez dias, o jornalista italiano Domenico Quirico (62) relatou ao La Stampa, jornal para o qual trabalha, como foram os 152 dias em que ficou em cativeiro na Síria.

Atualizado em 16/09/2013 às 14:09, por Redação Portal IMPRENSA.

dias, o jornalista italiano Domenico Quirico (62) relatou ao La Stampa , jornal para o qual trabalha, como foram os 152 dias em que ficou em cativeiro na Síria.
Crédito:Divulgação Para Quirico (foto), revolução da Síria está nas mãos de "fanáticos e bandidos"
De acordo com o Público, Quirico disse se sentir “traído” por “uma revolução que se tornou propriedade de fanáticos e bandidos”. “A Síria transformou-se no País do Mal, a terra onde o mal triunfa”, afirma.
“Vim para relatar mais um capítulo da guerra na Síria. Em vez disso, seguiram-se 152 dias de cativeiro. Enfrentei duas execuções fingidas, o silêncio de Deus, da minha família e do mundo”, disse. "Estávamos presos como animais",
Na opinião do jornalista, especialista em cobertura de conflitos, “na Síria, a revolução perdeu a honra".