Museu da Corrupção amplia cobertura e passa a agregar informações regionais

Atualizado em 13/10/2011 às 13:10, por Pamela Forti.

Criado em 2009 e vencedor do Prêmio Esso de Contribuição à Imprensa no mesmo ano, o Museu da Corrupção - idealizado e encabeçado por Moises Rabinovici, diretor de redação do Diário do Comércio - contará, também, com a colaboração dos principais ícones da imprensa em cada um dos estados do país, como os jornais Zero Hora, Diário Catarinense e Lance! Os dois primeiros devem tratar da corrupção em âmbito local; o último, no do esporte. Permanece em fase de negociação a parceria com o carioca O Globo .


"Eu comecei a sentir falta da corrupção estadual. Até agora, a gente fala só de corrupção federal", explica Rabinovici. A ideia é ter um esforço coletivo da imprensa nacional para que se crie um banco de dados sobre os escândalos de corrupção que assolam o país. "Todos os jornais serão responsáveis por alimentar seus anexos (estaduais) e também a parte central, federal. Há regras de condomínio e ninguém ganha com isso. Nada".


A pesquisa, no aspecto federal, está sendo feita em ordem decrescente e já chegou até a década de 1970. O objetivo é retornar até 1500, ano da descoberta oficial do Brasil.


Embora seja um museu virtual, o MuCo tem uma maquete física e projeto desenhado pelo arquiteto Rodrigo de Araújo Moreira. Para mais informações, acesse o site do museu, .


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