Mulher é condenada a dez anos de prisão por tentativa de atentado a cartunista
Na última segunda-feira (6/1), a americana Colleen LaRose, que se identifica como "Jihad Jane" e revelou ser culpada, em 2011, de tentativa de atentado contra um cartunista sueco, foi condenada a dez anos de prisão.
Atualizado em 07/01/2014 às 11:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
americana Colleen LaRose, que se identifica como "Jihad Jane" e revelou ser culpada, em 2011, de tentativa de atentado contra um cartunista sueco, foi condenada a dez anos de prisão.
De acordo com a AFP, convertida ao Islã, Colleen, de 50 anos, admitiu que foi angariada por terroristas para assassinar o cartunista Lars Vilks, que havia ilustrado o profeta Maomé com um corpo de cachorro. A pena de sua cúmplice, Jamie Ramirez, que também admitiu envolvimento, será anunciada na próxima quarta-feira (8/1).
Crédito:Reprodução Tentativa de atentato contra cartunista leva mulher a pegar dez anos de prisão
Detida em 2009, LaRose foi condenada a dez anos de prisão por "complô para apoiar terroristas materialmente, complô para matar no exterior, falso testemunho e tentativa de roubo de identidade", segundo o comunicado divulgado pelo tribunal da Filadélfia, que determinou a medida.
"Esse caso destaca claramente a evolução da natureza da ameaça terrorista que enfrentamos agora neste país", disse o procurador federal Zane David Memeger, concluindo que "a internet facilitou o trabalho dos que querem atacar o estilo de vida americano".
De acordo com a AFP, convertida ao Islã, Colleen, de 50 anos, admitiu que foi angariada por terroristas para assassinar o cartunista Lars Vilks, que havia ilustrado o profeta Maomé com um corpo de cachorro. A pena de sua cúmplice, Jamie Ramirez, que também admitiu envolvimento, será anunciada na próxima quarta-feira (8/1).
Crédito:Reprodução Tentativa de atentato contra cartunista leva mulher a pegar dez anos de prisão
Detida em 2009, LaRose foi condenada a dez anos de prisão por "complô para apoiar terroristas materialmente, complô para matar no exterior, falso testemunho e tentativa de roubo de identidade", segundo o comunicado divulgado pelo tribunal da Filadélfia, que determinou a medida.
"Esse caso destaca claramente a evolução da natureza da ameaça terrorista que enfrentamos agora neste país", disse o procurador federal Zane David Memeger, concluindo que "a internet facilitou o trabalho dos que querem atacar o estilo de vida americano".





