Mulher de fases
Mulher de fases
Atualizado em 18/10/2010 às 17:10, por
Karina Padial e da reportagem.
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Clarice Lispector já tem lugar cativo no olímpo da literatura brasileira. Sua obra, aclamada pela crítica, é tema de diversos estudos no Brasil e no exterior. Mas existe uma outra face de Clarice que ainda não ganhou tanta visibilidade: a de autora de colunas femininas. Durante o ano de 1952 e, mais tarde, em 1959, 1960 e 1961, ela assumiu dois pseudônimos e foi ghost writer de uma famosa atriz brasileira, Ilka Soares. Já como Tereza Quadros e Helen Palmer, ajudava as mulheres a lidar com conflitos inerentes ao equilíbrio entre vida profissional e doméstica, uma novidade na época. Os temas variavam entre comportamento, criação dos filhos, relação com os maridos, dicas de moda, beleza e saúde.
Na edição 261 da revista IMPRENSA, analisamos na seção "Persona" um de seus pseudônimos, Helen Palmer (" ", pág. XX). Boa parte da matéria foi baseada em páginas publicadas no jornal Comício, Correio da Manhã e Diário da Noite. Tais colunas foram resgatadas pela doutora em literatura Aparecida Maria Nunes e reunidas nos livros "Correio Feminino" e "Só para mulheres". Leia a seguir alguns desses textos, face de uma Clarice Lispector diferente e pouco conhecida:
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Assinantes de IMPRENSA podem ler a edição virtual, com as matérias completas.

Clarice Lispector já tem lugar cativo no olímpo da literatura brasileira. Sua obra, aclamada pela crítica, é tema de diversos estudos no Brasil e no exterior. Mas existe uma outra face de Clarice que ainda não ganhou tanta visibilidade: a de autora de colunas femininas. Durante o ano de 1952 e, mais tarde, em 1959, 1960 e 1961, ela assumiu dois pseudônimos e foi ghost writer de uma famosa atriz brasileira, Ilka Soares. Já como Tereza Quadros e Helen Palmer, ajudava as mulheres a lidar com conflitos inerentes ao equilíbrio entre vida profissional e doméstica, uma novidade na época. Os temas variavam entre comportamento, criação dos filhos, relação com os maridos, dicas de moda, beleza e saúde.
Na edição 261 da revista IMPRENSA, analisamos na seção "Persona" um de seus pseudônimos, Helen Palmer (" ", pág. XX). Boa parte da matéria foi baseada em páginas publicadas no jornal Comício, Correio da Manhã e Diário da Noite. Tais colunas foram resgatadas pela doutora em literatura Aparecida Maria Nunes e reunidas nos livros "Correio Feminino" e "Só para mulheres". Leia a seguir alguns desses textos, face de uma Clarice Lispector diferente e pouco conhecida:
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