Mujica condena monopólio estrangeiro na mídia do Uruguai e critica Globo e Clarín
Presidente qualifica Globo e Clarín como "tubarões" estrangeiros nas comunicações
Atualizado em 17/12/2014 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente do Uruguai José Mujica afirmou na última terça-feira (16/12) que não quer o monopólio estrangeiro nas comunicações do país - o Grupo Clarín e a Globo - "se achem donos das comunicações do Uruguai". A declaração foi feita durante debate sobre a Lei de Mídia na Câmara dos Senadores.
Crédito:Divulgação Mujica não quer monopólio dos "tubarões de fora" na mídia no Uruguai
De acordo com o Portal Fórum, Mujica avaliou que a regulamentação é sempre vista como "um pecado mortal" e qualificou os gigantes da Argentina e do Brasil como "tubarões de fora". “Tudo bem que tem de ter liberdade de imprensa, mas o que menos deve ter é o monopólio de uma coisa que vem de fora”, ponderou.
Com 183 artigos, a "Lei de Meios" uruguaia inclui cerca de 100 mudanças em relação à proposta inicial, enviada pelo Poder Executivo no início de 2013. O texto final defende que os serviços abordados na pauta são de interesse público e, por isso, “é dever do Estado assegurar o acesso universal aos mesmos, contribuindo desta forma com liberdade de informação, inclusão social, não-discriminação, promoção da diversidade cultural, educação e entretenimento”.
José "Pepe" Mujica estará à frente do país até 1º de março do próximo ano, quando o candidato de esquerda, Tabaré Vázquez, assume o poder.
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