MST invade parque gráfico de O Globo e entidades repudiam ocupação
As imagens foram gravadas e divulgadas nas redes sociais
Atualizado em 08/03/2018 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) invadiram no início da manhã o parque gráfico do jornal O Globo , conforme o próprio veículo divulgou em seu portal. Crédito:Reprodução/MST
De acordo com a publicação, cerca de 400 manifestantes, a maioria mulheres, chegaram em dez ônibus e invadiram o prédio. Algumas pessoas estavam armadas com facões. Devido à quantidade de pessoas, a segurança do local não impediu a entrada dos integrantes do MST, que fizeram pichações em vidraças, sofás, paredes e piso. Eles também atearam fogo em pneus ao redor do totem com a logomarca do jornal.
. Segundo divulgou O Globo , o grupo deixou o local 30 minutos depois da invasão. Não houve registro de feridos.
De acordo com nota publicada no site do O Estado de S. Paulo , participaram mulheres do Levante Popular da Juventude, do Movimento dos Atingidos por Barragens e do Movimento dos Pequenos Agricultores, além de moradoras de comunidades da cidade. Segundo o MST, a ação faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que tem por lema a frase de Rosa Luxemburgo: "quem não se movimenta, não sente as cadeias que a prendem."
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) , a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram a invasão e publicaram uma nota conjunta.
Confira a íntegra do texto: “A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiam com veemência a invasão promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTST) ao parque gráfico do jornal O Globo, na manhã desta quinta-feira, no Rio de Janeiro.
Cerca de 400 integrantes do MTST ocuparam o local, levando baderna e vandalismo às instalações. Muitos dos manifestantes, armados com facões, fizeram pichações em vidraças, sofás, paredes e no piso do jornal, além de atearem fogo em pneus.
É inadmissível que um grupo, que se diz defensor de causas sociais, ameace e ataque profissionais e meios de comunicação que cumprem a missão de informar a sociedade sobre assuntos de interesse público.
Atos criminosos como este são próprios de grupos extremistas, incapazes de conviver em ambiente democrático, e não pautarão os veículos de comunicação brasileiros.
A ABERT, a ANJ e a ANER condenam o ataque e pedem às autoridades uma rigorosa apuração do fato, com a punição dos responsáveis, para que vandalismos como este não voltem a se repetir.
Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Associação Nacional de Editores de Revistas e Associação Nacional de Jornais”.
De acordo com a publicação, cerca de 400 manifestantes, a maioria mulheres, chegaram em dez ônibus e invadiram o prédio. Algumas pessoas estavam armadas com facões. Devido à quantidade de pessoas, a segurança do local não impediu a entrada dos integrantes do MST, que fizeram pichações em vidraças, sofás, paredes e piso. Eles também atearam fogo em pneus ao redor do totem com a logomarca do jornal.
. Segundo divulgou O Globo , o grupo deixou o local 30 minutos depois da invasão. Não houve registro de feridos.
De acordo com nota publicada no site do O Estado de S. Paulo , participaram mulheres do Levante Popular da Juventude, do Movimento dos Atingidos por Barragens e do Movimento dos Pequenos Agricultores, além de moradoras de comunidades da cidade. Segundo o MST, a ação faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que tem por lema a frase de Rosa Luxemburgo: "quem não se movimenta, não sente as cadeias que a prendem."
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) , a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram a invasão e publicaram uma nota conjunta.
Confira a íntegra do texto: “A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiam com veemência a invasão promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTST) ao parque gráfico do jornal O Globo, na manhã desta quinta-feira, no Rio de Janeiro.
Cerca de 400 integrantes do MTST ocuparam o local, levando baderna e vandalismo às instalações. Muitos dos manifestantes, armados com facões, fizeram pichações em vidraças, sofás, paredes e no piso do jornal, além de atearem fogo em pneus.
É inadmissível que um grupo, que se diz defensor de causas sociais, ameace e ataque profissionais e meios de comunicação que cumprem a missão de informar a sociedade sobre assuntos de interesse público.
Atos criminosos como este são próprios de grupos extremistas, incapazes de conviver em ambiente democrático, e não pautarão os veículos de comunicação brasileiros.
A ABERT, a ANJ e a ANER condenam o ataque e pedem às autoridades uma rigorosa apuração do fato, com a punição dos responsáveis, para que vandalismos como este não voltem a se repetir.
Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Associação Nacional de Editores de Revistas e Associação Nacional de Jornais”.





