MPF pede à Net que armazene por dois anos registros de acessos de usuários
MPF pede à Net que armazene por dois anos registros de acessos de usuários
O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo pediu à Net, operadora de TV a cabo, que armazene os registros de acessos de usuários dos serviços Virtua e Vivax por pelo menos dois anos.
A recomendação foi feita para que os crimes cibernéticos possam ser apurados sem perder dados necessários à investigação. O prazo atual de seis meses adotado pela empresa faz com que crimes, como de exploração sexual da criança e do adolescente, fiquem impunes.
"Por exemplo, se em uma investigação um site informa o log de acesso de um internauta que guardava em sua página fotos de crianças ou adolescentes explorados sexualmente, se a Justiça demorar mais de seis meses para determinar que a empresa identifique de quem era o log de acesso, o mesmo já terá sumido, porque o provedor não o guarda por mais de seis meses", explicou o procurador da República Marcio Schusterschitz.
As informações são do site Última Instância
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