MP investiga demissões no complexo de estúdios da Record no RJ
O Ministério Público do Trabalho investiga irregularidades nas demissões de quase 400 funcionários do RecNov, complexo de estúdios da TV Record, localizado em Vargem Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ).
Atualizado em 04/12/2015 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
investiga irregularidades nas demissões de quase 400 funcionários do , complexo de estúdios da TV Record, localizado em Vargem Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ).
Crédito:Divulgação Emissora é acusada de iludir os funcionários
Os cortes ocorreram na semana passada e geraram repúdio do Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro. A entidade afirmou que a emissora iludiu seus funcionários. "A empresa que foi administrada por pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus (...) provocou práticas antissindicais, assédio moral e desrespeito a leis econômicas e trabalhistas."
Ao site Notícias da TV, a procuradora Carina Bicalho disse que a Record é acusada de desvirtuar o movimento de terceirização de mão de obra. Segundo ela, a emissora pode ser denunciada por fraude empresarial.
A procuradora solicitará uma liminar para paralisar o processo de terceirização das produções da emissora. A empresa que fez parceria com a Record nesse processo é a Casablanca e o aluguel do espaço deve durar por ao menos cinco anos.
Os empregados serão recontratados, porém, como pessoa jurídica, ou somente em regimes de contrato de curto prazo. A medida pode diminuir os salários e não dará direito ao 13º salário, férias e FGTS, por exemplo.
Para a procuradora, a iniciativa da Record é uma afronta à legislação, uma vez que ela não poderia terceirizar sua atividade fim, como a produção de novelas e programas. Além do processo de terceirização no RJ, o MP também investigará o mesmo movimento em São Paulo.
Crédito:Divulgação Emissora é acusada de iludir os funcionários
Os cortes ocorreram na semana passada e geraram repúdio do Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro. A entidade afirmou que a emissora iludiu seus funcionários. "A empresa que foi administrada por pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus (...) provocou práticas antissindicais, assédio moral e desrespeito a leis econômicas e trabalhistas."
Ao site Notícias da TV, a procuradora Carina Bicalho disse que a Record é acusada de desvirtuar o movimento de terceirização de mão de obra. Segundo ela, a emissora pode ser denunciada por fraude empresarial.
A procuradora solicitará uma liminar para paralisar o processo de terceirização das produções da emissora. A empresa que fez parceria com a Record nesse processo é a Casablanca e o aluguel do espaço deve durar por ao menos cinco anos.
Os empregados serão recontratados, porém, como pessoa jurídica, ou somente em regimes de contrato de curto prazo. A medida pode diminuir os salários e não dará direito ao 13º salário, férias e FGTS, por exemplo.
Para a procuradora, a iniciativa da Record é uma afronta à legislação, uma vez que ela não poderia terceirizar sua atividade fim, como a produção de novelas e programas. Além do processo de terceirização no RJ, o MP também investigará o mesmo movimento em São Paulo.





