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Em nota, o MP relata ligações feitas à redação do jornal, no dia 28/08, em que o ameaçador teria dito que “iria mandar Caramante para o inferno” e que ele “deveria ter cuidado com seus filhos”. Na mesma data, mais uma ligação aconteceu em que foi dito “quero deixar um recado para André Caramante. Para ele deixar a polícia trabalhar em paz ou filhos dele vão estudar no tacho do inferno”. Todas as chamas são confirmadas pelos responsáveis pelo atendimento telefônico da empresa.
Dias depois, em 24/09, o MP-SP enviou ofício à Vivo, solicitando dados cadastrais do número identificado como autor das ligações. Ainda segundo o MP, a solicitação independe de autorização judicial.



