Morte de Tim Lopes completa 14 anos e o jornalista é homenageado na Alerj
Na última quinta-feira (2/6), o jornalista Tim Lopes foi homenageado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A data marca os 14 anos de morte do comunicador, que foi assassinado quando fazia uma reportagem sobre abuso sexual de menores, na zona norte da capital carioca.
Atualizado em 03/06/2016 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
jornalista foi homenageado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A data marca os 14 anos de morte do comunicador, que foi assassinado quando fazia uma reportagem sobre abuso sexual de menores, na zona norte da capital carioca.
Crédito:Reprodução Jornalista foi morto enquanto produzia reportagem sobre abuso de menores
Segundo o G1, a homenagem contou com a participação de parentes e amigos do jornalista e teve a apresentação do filme “Histórias de Arcanjo”, escrito e produzido pelo filho dele, Bruno Quintella.
Qiuntela destacou algumas curiosidades sobre a produção do documentário que tem como tema a vida do pai. “Quando você faz um filme sobre o seu próprio pai, você começa a esmiuçar o perfil do seu pai literalmente e a investigar coisas, curiosidades. Eu me deslumbrei com a maneira que ele tinha de apurar. Ele ia, às vezes, sem crachá, sem nada, sentava num boteco”.
A irmã do repórter, Tânia Lopes, ressalta a importância de não esquecer o que o irmão representava. “Acho que todo 2 de junho a gente tem que continuar falando muito no Tim. A gente tem que continuar falando nas pautas dele, as pautas de inclusão dos excluídos”.
Entenda o caso
Crédito:Reprodução Jornalista foi morto enquanto produzia reportagem sobre abuso de menores
Segundo o G1, a homenagem contou com a participação de parentes e amigos do jornalista e teve a apresentação do filme “Histórias de Arcanjo”, escrito e produzido pelo filho dele, Bruno Quintella.
Qiuntela destacou algumas curiosidades sobre a produção do documentário que tem como tema a vida do pai. “Quando você faz um filme sobre o seu próprio pai, você começa a esmiuçar o perfil do seu pai literalmente e a investigar coisas, curiosidades. Eu me deslumbrei com a maneira que ele tinha de apurar. Ele ia, às vezes, sem crachá, sem nada, sentava num boteco”.
A irmã do repórter, Tânia Lopes, ressalta a importância de não esquecer o que o irmão representava. “Acho que todo 2 de junho a gente tem que continuar falando muito no Tim. A gente tem que continuar falando nas pautas dele, as pautas de inclusão dos excluídos”.
Entenda o caso
Em 2002, Tim Lopes resolveu fazer uma reportagem sobre abuso sexual de menores e tráfico de drogas em um baile funk na favela da Vila Cruzeiro, depois de receber denúncias de moradores da região. Ele foi sequestrado, torturado e executado por traficantes liderados por Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco.





