Morte de fotógrafo traz insegurança sobre "refúgio" de jornalistas na capital do México
O assassinato do fotojornalista mexicano Rubén Espinosa, encontrado morto ao lado de outras quatro mulheres no último dia 31 de julho, na Cidade do México, tem trazido medo para os profissionais do país, que antes consideravam a cidade um verdadeiro "refúgio para a imprensa".
Atualizado em 10/08/2015 às 17:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
, encontrado morto ao lado de outras quatro mulheres no último dia 31 de julho, na Cidade do México, tem trazido medo para os profissionais do país, que antes consideravam a cidade um verdadeiro "refúgio para a imprensa".
Crédito:Reprodução/Facebook Morte de fotojornalista na capital mexicana deixa profissionais de imprensa sem "refúgio" contra ameaças
Segundo o Telegraph , alguns colegas do jornalista comentaram que ele havia se mudado recentemente para a Cidade do México, onde procurava um meio de se proteger das ameaças que sofria em Veracruz, local no qual ficou conhecido por suas matérias investigativas.
De acordo com Pedro Canche, ex-companheiro de Espinosa, o assassinato coloca em cheque a segurança que a capital mexicana garante aos profissionais de imprensa. "Quando cheguei aqui [Cidade do México] eu pensei: 'ufa, finalmente estou livre'. Mas, agora me sinto no mesmo estado de perseguição", comentou.
Crédito:Reprodução/Facebook Morte de fotojornalista na capital mexicana deixa profissionais de imprensa sem "refúgio" contra ameaças
Segundo o Telegraph , alguns colegas do jornalista comentaram que ele havia se mudado recentemente para a Cidade do México, onde procurava um meio de se proteger das ameaças que sofria em Veracruz, local no qual ficou conhecido por suas matérias investigativas.
De acordo com Pedro Canche, ex-companheiro de Espinosa, o assassinato coloca em cheque a segurança que a capital mexicana garante aos profissionais de imprensa. "Quando cheguei aqui [Cidade do México] eu pensei: 'ufa, finalmente estou livre'. Mas, agora me sinto no mesmo estado de perseguição", comentou.
Em outro depoimento, o repórter Noe Zavaleta também falou sobre o medo de "migrar" para a capital do país. "Como todos, eu pensei que iria à Cidade do México todas as vezes que tivesse problemas com ameaças, assédios ou violência. Diria que esse ocorrido foi o pior que poderia ter acontecido por lá".





