Morte de diretor do “Hora H” pode ter sido motivada por perfil editorial do jornal
A Polícia Civil do Rio investiga o assassinado do diretor do jornal fluminense Hora H, José Roberto Ornelas de Lemos (45), ocorrido na última terça-feira (11/6).
Atualizado em 13/06/2013 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
investiga o a ssassinado do diretor do jornal fluminense Hora H , José Roberto Ornelas de Lemos (45), ocorrido na última terça-feira (11/6). Os policiais acreditam quem o crime tenha sido motivado pela linha editorial do veículo.
Crédito:Divulgação Polícia acredita que jornalista foi morto em razão da linha editorial do jornal
Segundo O Estado de S.Paulo , de perfil popular, o Hora H é conhecido por estampar em sua capa fotos de pessoas mortas. O jornal também é famoso por denunciar violências contra policiais e bandidos, além de supostos casos de corrupção em órgãos públicos da região.
"Não descartamos nenhuma hipótese, mas a principal delas é a de que Lemos possa ter sido morto por conta do perfil combativo do jornal que ele administrava", explicou o delegado Marcos Henrique de Oliveira Alves, da 58ª Delegacia de Polícia (Posse).
A hipótese foi sustentada por parentes do diretor do Hora H , que estiveram no Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu, na última quarta-feira (12/6), para liberar o corpo. "O jornal é bastante polêmico. Fala mal de polícia, de bandido e de político. As ameaças contra ele eram frequentes. Havia sempre carros suspeitos rondando por perto", disse Luciano Ornelas de Lemos, irmão da vítima.
Para tentar identificar os atiradores, a polícia está analisando as imagens das câmeras de segurança de uma padaria localizada na Avenida do Fuscão, no bairro do Corumbá, em Nova Iguaçu (RJ). Lemos foi executado no local por volta das 20h30, enquanto tomava cerveja com amigos.
Crédito:Divulgação Polícia acredita que jornalista foi morto em razão da linha editorial do jornal
Segundo O Estado de S.Paulo , de perfil popular, o Hora H é conhecido por estampar em sua capa fotos de pessoas mortas. O jornal também é famoso por denunciar violências contra policiais e bandidos, além de supostos casos de corrupção em órgãos públicos da região.
"Não descartamos nenhuma hipótese, mas a principal delas é a de que Lemos possa ter sido morto por conta do perfil combativo do jornal que ele administrava", explicou o delegado Marcos Henrique de Oliveira Alves, da 58ª Delegacia de Polícia (Posse).
A hipótese foi sustentada por parentes do diretor do Hora H , que estiveram no Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu, na última quarta-feira (12/6), para liberar o corpo. "O jornal é bastante polêmico. Fala mal de polícia, de bandido e de político. As ameaças contra ele eram frequentes. Havia sempre carros suspeitos rondando por perto", disse Luciano Ornelas de Lemos, irmão da vítima.
Para tentar identificar os atiradores, a polícia está analisando as imagens das câmeras de segurança de uma padaria localizada na Avenida do Fuscão, no bairro do Corumbá, em Nova Iguaçu (RJ). Lemos foi executado no local por volta das 20h30, enquanto tomava cerveja com amigos.





