Morte anunciada

Morte anunciada

Atualizado em 08/10/2009 às 18:10, por Pamela Forti,  da reportagem,  Igor Ribeiro,  editor-executivo,  Ana Ignacio e  da equipe de estagiários.

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Não são poucos os fatores que, diariamente, castigam o ânimo dos jornalistas. Se ouve de tudo: desde centenas de vagas cortadas nos EUA e na Europa, até a venda de capital de grandes grupos de comunicação, passando pelo literal encerrar de portas tradicionais entre os veículos impressos, como recentemente aconteceu com a Gazeta Mercantil. Os fatos são nítidos e urgem uma transformação radical do jornalismo, uma completa adequação ao universo digital da web 2.0 e da informação por segundo.

Em sua matéria de capa da edição 250 (outubro de 2009), a revista IMPRENSA investiga sete desses sintomas que indicam a falência do velho modelo jornalístico. A enumeração e análise desses problemas não trafegam pela simples acusação de falhas irremediáveis, mas pela reflexão de soluções que levem à sua superação. Esse esforço empreendido pela reportagem contou com a colaboração de dezenas de fontes, entre parlamentares, pesquisadores, escritores, empresários, publicitários e, claro, jornalistas.

Parte das valiosas aspas concedidas estão no impresso e, parte, nos links a seguir. São palavras que não só alertam para o frágil momento presente, mas que alentam para a possibilidade de um futuro muito melhor: