Morre no Rio, aos 88, o jornalista Jorge de Miranda Jordão
Morreu nesta segunda (10), aos 88 anos, o jornalista Jorge de Miranda Jordão. Crédito:Reprodução Referência para diferentes ge
Atualizado em 11/02/2020 às 11:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu nesta segunda (10), aos 88 anos, o jornalista Jorge de Miranda Jordão.
Crédito:Reprodução Referência para diferentes gerações de profissionais, Jordão nasceu em Salvador e começou sua carreira no Rio, em 1954, no jornal Última Hora, com Samuel Wainer.
Na publicação se tornaria diretor das sucursais de São Paulo e Porto Alegre. Também trabalhou com Otavio Frias, lançando a Folha da Tarde em 1967, além de ter dirigido as redações dos jornais Diário Popular e O Dia.
Um dos grandes legados éticos do jornalista se deu quando ele dirigiu o Diário Popular e proibiu que o jornal cobrisse o caso Escola Base, no qual os responsáveis por uma escola de educação infantil de São Paulo foram acusados de pedofilia.
A imprensa embarcou nas acusações, que mais tarde se revelariam falsas. O caso se tornou um exemplo de sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Nas redes sociais, o amigo e também jornalista Aziz Ahmed informou que Jordão morreu no hospital da Barra, no Rio, onde foi internado após passar mal em casa. Em 2018 Jordão concedeu entrevista (disponível no YouTube) a Ahmed para o livro Memórias da Imprensa Escrita.
Por sua vez, o jornalista Marcelo Auler, que trabalhou com Jordão em O Dia, lembrou da fase de resistência à ditadura do ex-colega, quando Jordão ajudou Frei Betto e outros colegas que militavam.
Crédito:Reprodução Referência para diferentes gerações de profissionais, Jordão nasceu em Salvador e começou sua carreira no Rio, em 1954, no jornal Última Hora, com Samuel Wainer.
Na publicação se tornaria diretor das sucursais de São Paulo e Porto Alegre. Também trabalhou com Otavio Frias, lançando a Folha da Tarde em 1967, além de ter dirigido as redações dos jornais Diário Popular e O Dia.
Um dos grandes legados éticos do jornalista se deu quando ele dirigiu o Diário Popular e proibiu que o jornal cobrisse o caso Escola Base, no qual os responsáveis por uma escola de educação infantil de São Paulo foram acusados de pedofilia.
A imprensa embarcou nas acusações, que mais tarde se revelariam falsas. O caso se tornou um exemplo de sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Nas redes sociais, o amigo e também jornalista Aziz Ahmed informou que Jordão morreu no hospital da Barra, no Rio, onde foi internado após passar mal em casa. Em 2018 Jordão concedeu entrevista (disponível no YouTube) a Ahmed para o livro Memórias da Imprensa Escrita.
Por sua vez, o jornalista Marcelo Auler, que trabalhou com Jordão em O Dia, lembrou da fase de resistência à ditadura do ex-colega, quando Jordão ajudou Frei Betto e outros colegas que militavam.





