Morre, aos 89 anos, o jornalista Alejandro Armesto, ex-diretor da agência EFE
Ele atuou como diretor-gerente da agência de notícias por sete anos
Atualizado em 23/02/2015 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, no último domingo (22/2), o jornalista Alejandro Armesto Buz, aos 89 anos, em Santiago de Compostela, no noroeste da Espanha, onde nasceu. Ele atuou como diretor-gerente da agência de notícias EFE por sete anos. A causa da morte não foi divulgada.
Crédito:Divulgação Jornalista foi diretor da agência de notícias EFE
Segundo a EFE, o jornalista iniciou a carreira nos jornais El Progresso , de Lugo, e Faro de Vigo , na Galícia. Em 1963, foi nomeado conselheiro de Informação das Embaixadas da Espanha em Roma e no Vaticano, na época do Concílio Vaticano II.
Armesto passou a atuar como diretor da EFE em 1969 a convite do então presidente, Manuel Aznar. Nesse período, fundou a Agência Centro-Americana de Notícias (ACAN-EFE) e estendeu a presença da empresa em todos os países da América.
Presidiu ainda a União de Agências Europeias de Imprensa, comandou a vice-presidência da Associação da Imprensa de Madri e lecionou na Escola Oficial de Jornalismo. Em 1980, transferiu-se aos Estados Unidos como consultor da News International, do grupo Murdoch, e encerrou a carreira na Comissão Consultiva da Direção Geral da Rádio Televisão Espanhola (RTVE).
Viúvo, Armesto deixou dois filhos, também jornalistas.
Crédito:Divulgação Jornalista foi diretor da agência de notícias EFE
Segundo a EFE, o jornalista iniciou a carreira nos jornais El Progresso , de Lugo, e Faro de Vigo , na Galícia. Em 1963, foi nomeado conselheiro de Informação das Embaixadas da Espanha em Roma e no Vaticano, na época do Concílio Vaticano II.
Armesto passou a atuar como diretor da EFE em 1969 a convite do então presidente, Manuel Aznar. Nesse período, fundou a Agência Centro-Americana de Notícias (ACAN-EFE) e estendeu a presença da empresa em todos os países da América.
Presidiu ainda a União de Agências Europeias de Imprensa, comandou a vice-presidência da Associação da Imprensa de Madri e lecionou na Escola Oficial de Jornalismo. Em 1980, transferiu-se aos Estados Unidos como consultor da News International, do grupo Murdoch, e encerrou a carreira na Comissão Consultiva da Direção Geral da Rádio Televisão Espanhola (RTVE).
Viúvo, Armesto deixou dois filhos, também jornalistas.





