Morre, aos 87 anos, o escritor alemão e nobel de literatura Günter Grass
Ele estava internado num hospital da cidade de Lübeck, no norte da Alemanha
Atualizado em 13/04/2015 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
, nesta segunda-feira (13/4), o escritor alemão e Nobel da Literatura Günter Grass, aos 87 anos, num hospital da cidade de Lübeck, no norte da Alemanha. A informação foi dada pela editora Steidl. A causa da morte não foi divulgada.
Crédito:Divulgação Escritor confessou em biografia que integrou a Waffen-SS
Grass é considerado o Nobel da Literatura que "quebrou tabus" e viveu a sua vida com "um espírito rebelde". Era defensor de causas de esquerda e se manifestou, por exemplo, contra as intervenções militares no Iraque.
Em 2006, publicou sua autobiografia intitulada "Descascando a Cebola". A obra retrata a vida dele entre 1939 a 1959. Nela, o escritor confessa ter integrado as Waffen-SS (unidade de elite armada da Alemanha nazi) quando a guerra já estava perdida para a Alemanha, mas ainda se pensava numa mudança.
Foi em Paris que escreveu “O Tambor” (The Tim Drum, em inglês), publicado em 1959. O livro lhe deu notoriedade internacional e abriu caminho para o Nobel, que viria a ganhar 40 anos depois. Recebeu também outras premiações como o Prêmio Literário Príncipe das Astúrias, o Prêmio Internacional Mondello ou a Medalha Alexander-Majakovsky.
Crédito:Divulgação Escritor confessou em biografia que integrou a Waffen-SS
Grass é considerado o Nobel da Literatura que "quebrou tabus" e viveu a sua vida com "um espírito rebelde". Era defensor de causas de esquerda e se manifestou, por exemplo, contra as intervenções militares no Iraque.
Em 2006, publicou sua autobiografia intitulada "Descascando a Cebola". A obra retrata a vida dele entre 1939 a 1959. Nela, o escritor confessa ter integrado as Waffen-SS (unidade de elite armada da Alemanha nazi) quando a guerra já estava perdida para a Alemanha, mas ainda se pensava numa mudança.
Foi em Paris que escreveu “O Tambor” (The Tim Drum, em inglês), publicado em 1959. O livro lhe deu notoriedade internacional e abriu caminho para o Nobel, que viria a ganhar 40 anos depois. Recebeu também outras premiações como o Prêmio Literário Príncipe das Astúrias, o Prêmio Internacional Mondello ou a Medalha Alexander-Majakovsky.





