Morre, aos 84 anos, o radialista e ex-político gaúcho Lauro Hagemann
Jornalista morreu de causas naturais em Porto Alegre (RS)
Atualizado em 12/05/2015 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, na última segunda-feira (11/5), o Lauro Hagemann, aos 84 anos. Ele estava internado há 15 dias no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS). A morte foi confirmada pelo filho dele.
Crédito:Divulgação Lauro Hagemann foi locutor do Repórter Esso por 14 anos
De acordo com a Rádio Gaúcha, Hagemann morreu de causas naturais. O corpo foi velado na Assembleia Legislativa. A cerimônia de cremação no Crematório Metropolitano São José de Porto Alegre está marcada para as 19h desta terça-feira (12/5).
"Uma pessoa extraordinária. Colaborou por um período importante da história do rádio, sendo o primeiro locutor do país a fortalecer a rede da legalidade. Transmitia as mensagens de resistência. Era um jornalista fora do sério", lamentou o também jornalista Alexandre Costa, amigo de Lauro e de seu filho.
Lauro dizia que entrou no rádio por acaso. Quando ainda era estudante, tinha amigos que trabalhavam no serviço de alto-falante da cidade. Certo dia, choveu, e um dos locutores faltou. Hagemann foi chamado para assumir o microfone. Começava então a carreira dele.
Em 1946, foi para a Rádio Santa Cruz. Quatro anos depois passou a morar em Porto Alegre e recebeu um convite da direção da Rádio Progresso, de Novo Hamburgo, onde atuou por três meses. Mais tarde, participou do concurso promovido pela Rádio Farroupilha, que escolheria o novo locutor do Repórter Esso. Após aprovação, leu o noticiário por 14 anos, entre 1950 e 1964.
Em 1962, Hagemann participou da fundação do Sindicato dos Radialistas. Posteriormente, ingressou no Partido Comunista Brasileiro. Em maio de 1964, tomou posse como vereador em Porto Alegre. Foi eleito, em 1966, deputado estadual pelo MDB. Em 1969, foi cassado pela ditadura militar e retomou a atividade política na década de 1980.
Crédito:Divulgação Lauro Hagemann foi locutor do Repórter Esso por 14 anos
De acordo com a Rádio Gaúcha, Hagemann morreu de causas naturais. O corpo foi velado na Assembleia Legislativa. A cerimônia de cremação no Crematório Metropolitano São José de Porto Alegre está marcada para as 19h desta terça-feira (12/5).
"Uma pessoa extraordinária. Colaborou por um período importante da história do rádio, sendo o primeiro locutor do país a fortalecer a rede da legalidade. Transmitia as mensagens de resistência. Era um jornalista fora do sério", lamentou o também jornalista Alexandre Costa, amigo de Lauro e de seu filho.
Lauro dizia que entrou no rádio por acaso. Quando ainda era estudante, tinha amigos que trabalhavam no serviço de alto-falante da cidade. Certo dia, choveu, e um dos locutores faltou. Hagemann foi chamado para assumir o microfone. Começava então a carreira dele.
Em 1946, foi para a Rádio Santa Cruz. Quatro anos depois passou a morar em Porto Alegre e recebeu um convite da direção da Rádio Progresso, de Novo Hamburgo, onde atuou por três meses. Mais tarde, participou do concurso promovido pela Rádio Farroupilha, que escolheria o novo locutor do Repórter Esso. Após aprovação, leu o noticiário por 14 anos, entre 1950 e 1964.
Em 1962, Hagemann participou da fundação do Sindicato dos Radialistas. Posteriormente, ingressou no Partido Comunista Brasileiro. Em maio de 1964, tomou posse como vereador em Porto Alegre. Foi eleito, em 1966, deputado estadual pelo MDB. Em 1969, foi cassado pela ditadura militar e retomou a atividade política na década de 1980.





