Morre, aos 82 anos, o ator, diretor e jornalista Antônio Abujamra
Ele estava dormindo em sua casa na Rua Maranhão, em Higienópolis, na zona oeste de São Paulo
Atualizado em 28/04/2015 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, na manhã desta terça-feira (28/4), o jornalista, apresentador, ator e diretor de teatro Antônio Abujamra, aos 82 anos. Segundo a TV Cultura, emissora em que apresentava o programa "Provocações", (SP).
Crédito:Reprodução/Facebook Antônio Abujamra estava à frente do "Provocações" há 15 anos
As informações sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgadas. Abujamra deixa dois filhos e dois netos. Em sua página no Facebook, o sobrinho dele, o cineasta Samir Abujamra, lamentou a morte. "Morreu meu ídolo, meu segundo pai, o homem que me fez ser artista. Tio Tó, Antonio Abujamra", .
Antônio Abujamra formou-se em jornalismo e filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, em 1957. Ele foi um dos primeiros a introduzir os métodos teatrais de Bertolt Brecht e Roger Planchon nos palcos brasileiros.
Entre 1955 e 1958, ele faz suas primeiras incursões como ator e diretor no Teatro Universitário nas montagens de “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa; “À Margem da Vida” e “O Caso das Petúnias”, de Tennessee Williams; “A Cantora Careca” e “A Lição”, de Eugène Ionesco; e “Woyzeck”, de Georg Büchner.
Abujamra estreou profissionalmente em 1961, em São Paulo, no Teatro Cacilda Becker, no qual dirigiu “Raízes”, de Arnold Wesker, e no Teatro Oficina, com “José, do Parto à Sepultura”, de Augusto Boal. “Antígone América”, de Carlos Henrique Escobar, 1962, foi a primeira de uma série de montagens que dirigiu para a produtora Ruth Escobar.
Em 1991, Abujamra recebeu o Prêmio Molière pela direção de “Um Certo Hamlet”, espetáculo de estreia da companhia Os Fodidos Privilegiados, fundada por ele para ocupar o Teatro Dulcina, no Rio de Janeiro.
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Crédito:Reprodução/Facebook Antônio Abujamra estava à frente do "Provocações" há 15 anos
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Antônio Abujamra formou-se em jornalismo e filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, em 1957. Ele foi um dos primeiros a introduzir os métodos teatrais de Bertolt Brecht e Roger Planchon nos palcos brasileiros.
Entre 1955 e 1958, ele faz suas primeiras incursões como ator e diretor no Teatro Universitário nas montagens de “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa; “À Margem da Vida” e “O Caso das Petúnias”, de Tennessee Williams; “A Cantora Careca” e “A Lição”, de Eugène Ionesco; e “Woyzeck”, de Georg Büchner.
Abujamra estreou profissionalmente em 1961, em São Paulo, no Teatro Cacilda Becker, no qual dirigiu “Raízes”, de Arnold Wesker, e no Teatro Oficina, com “José, do Parto à Sepultura”, de Augusto Boal. “Antígone América”, de Carlos Henrique Escobar, 1962, foi a primeira de uma série de montagens que dirigiu para a produtora Ruth Escobar.
Em 1991, Abujamra recebeu o Prêmio Molière pela direção de “Um Certo Hamlet”, espetáculo de estreia da companhia Os Fodidos Privilegiados, fundada por ele para ocupar o Teatro Dulcina, no Rio de Janeiro.
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