Morre, aos 80 anos, o cronista mineiro Márcio Rubens Prado
O jornalista mineiro Márcio Rubens Prado, conhecido por passagens pelo Diário de Minas, TV Bandeirantes, TV Tupi e Diário da Tarde, entre ou
Atualizado em 08/01/2014 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista mineiro Márcio Rubens Prado, conhecido por passagens pelo Diário de Minas , TV Bandeirantes, TV Tupi e Diário da Tarde , entre outros veículos de Minas Gerais, faleceu na madrugada desta quarta-feira (8/1) aos 80 anos, em Belo Horizonte (MG).
Crédito:Bruno Sales/Secopa MG Rubens Prado era jornalista esportivo, cronista e escritor Rubens Prado era jornalista esportivo, cronista e escritor, e estava internado desde o último dia 2 de janeiro com problemas cardíacos.
Segundo o Estado de Minas , o jornalista é também autor de sete livros. Além da paixão pela escrita, nutria um grande amor pela música, chegando a declarar que queria ter sido pianista: "ficar ali tocando piano, com um copo de uísque em cima, vendo a mulher da minha vida abraçada com outro, só para eu escrever músicas ainda mais bonitas", disse em uma de suas últimas entrevistas.
Pouco antes de falecer, Márcio estava escrevendo para a revista Matéria Prima e continuava atuando como cronista e revisor de textos. O jornalista deixa quatro filhos, três netos e um livro de memórias inacabado.
Crédito:Bruno Sales/Secopa MG Rubens Prado era jornalista esportivo, cronista e escritor Rubens Prado era jornalista esportivo, cronista e escritor, e estava internado desde o último dia 2 de janeiro com problemas cardíacos.
Segundo o Estado de Minas , o jornalista é também autor de sete livros. Além da paixão pela escrita, nutria um grande amor pela música, chegando a declarar que queria ter sido pianista: "ficar ali tocando piano, com um copo de uísque em cima, vendo a mulher da minha vida abraçada com outro, só para eu escrever músicas ainda mais bonitas", disse em uma de suas últimas entrevistas.
Pouco antes de falecer, Márcio estava escrevendo para a revista Matéria Prima e continuava atuando como cronista e revisor de textos. O jornalista deixa quatro filhos, três netos e um livro de memórias inacabado.





