Morre, aos 79 anos, o jornalista e comentarista político Carlos Chagas
Morreu na última quarta-feira (26), em Brasília, aos 79 anos, o jornalista Carlos Chagas. Ele passou mal no início da manhã, foi levado ao hospital onde foi diagnosticado um aneurisma na aorta.
Atualizado em 27/04/2017 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Foi internado na UTI, mas não resistiu. Crédito:Reprodução Facebook A filha do jornalista, Helena Chagas, ex-ministra chefe da Secretaria de Comunicação no governo Dilma Rousseff, ao comunicar o falecimento em um post no Facebook, escreveu: “Era a melhor pessoa que conheci nesse mundo”.
O velório acontece nesta quinta-feira, no Campo da Esperança, e o sepultamento está marcado para as 16h30.
Reconhecido jornalista, Carlos Chagas passou por grandes veículos de comunicação do país, foi professor do Departamento de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) por 25 anos e publicou livros sobre o período da ditadura miliar no Brasil. Era formado em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
Nascido em Três Pontas (MG), filho de um comerciante e de uma professora, Carlos Chagas começou a carreira de jornalista no final dos anos 1950, quando ainda estudava direito no Rio de Janeiro. A primeira contratação foi no jornal O Globo, em 1959.
Após concluir o curso universitário no final de 1960, trabalhou durante um ano e meio como jornalista e também como advogado de presos que cumpriam pena no presídio da ilha Grande (RJ). Em seguida, prestou concurso para promotor público e foi aprovado. Diante da impossibilidade de acumular as atividades de promotor e jornalista, optou pelo jornalismo.
Ao longo da carreira trabalhou no jornal O Estado de S. Paulo, na TV Manchete e no SBT. Teve grande destaque como comentarista político.
Como professor da UnB, a partir de 1978, lecionou as disciplinas Ética e Legislação nos Meios de Comunicação e Problemas Sociais e Econômicos Contemporâneos, na graduação do curso de Comunicação, e Tópicos Especiais, no curso de pós-graduação.
Carlos Chagas foi assessor de imprensa da presidência da República no de maio a agosto de 1969, no governo do general Costa e Silva e lançou os livros A Ditadura Militar e os Golpes Dentro do Golpe que narra a trajetória do governo militar entre 1964 e 1969 e A Ditadura Militar e a Longa Noite dos Generais, que abrange o período de 1970 a 1985.
Com informações da Agência Brasil

O velório acontece nesta quinta-feira, no Campo da Esperança, e o sepultamento está marcado para as 16h30.
Reconhecido jornalista, Carlos Chagas passou por grandes veículos de comunicação do país, foi professor do Departamento de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) por 25 anos e publicou livros sobre o período da ditadura miliar no Brasil. Era formado em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
Nascido em Três Pontas (MG), filho de um comerciante e de uma professora, Carlos Chagas começou a carreira de jornalista no final dos anos 1950, quando ainda estudava direito no Rio de Janeiro. A primeira contratação foi no jornal O Globo, em 1959.
Após concluir o curso universitário no final de 1960, trabalhou durante um ano e meio como jornalista e também como advogado de presos que cumpriam pena no presídio da ilha Grande (RJ). Em seguida, prestou concurso para promotor público e foi aprovado. Diante da impossibilidade de acumular as atividades de promotor e jornalista, optou pelo jornalismo.
Ao longo da carreira trabalhou no jornal O Estado de S. Paulo, na TV Manchete e no SBT. Teve grande destaque como comentarista político.
Como professor da UnB, a partir de 1978, lecionou as disciplinas Ética e Legislação nos Meios de Comunicação e Problemas Sociais e Econômicos Contemporâneos, na graduação do curso de Comunicação, e Tópicos Especiais, no curso de pós-graduação.
Carlos Chagas foi assessor de imprensa da presidência da República no de maio a agosto de 1969, no governo do general Costa e Silva e lançou os livros A Ditadura Militar e os Golpes Dentro do Golpe que narra a trajetória do governo militar entre 1964 e 1969 e A Ditadura Militar e a Longa Noite dos Generais, que abrange o período de 1970 a 1985.
Com informações da Agência Brasil






