Morre, aos 68 anos, o jornalista Sérgio Egito

Morreu, na última segunda-feira (5/12), o jornalista Sérgio Egito, aos 68 anos. Ele foi encontrado morto dentro da própria casa, no bairro Jardim da Penha, em Vitória (ES).

Atualizado em 06/12/2016 às 11:12, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Arquivo/ Chico Guedes
Segundo o G1, a polícia informou que o laudo elucidando a causa da morte deve ser concluído em 10 dias. O corpo dele foi velado e sepultado no cemitério Jardim da Paz, localizado na Serra, Grande Vitória.
Considerado um dos jornalistas mais importantes do Espírito Santo, Egito começou a carreira como repórter do jornal A Tribuna , onde também atuou como editor-chefe. O profissional também trabalhou como redator da Rádio Espírito Santo, e foi editor-chefe dos jornais O Diário e A Gazeta , onde atuou por 24 anos.
Egito liderou o Sindicato dos Jornalistas do Estado do Espírito Santo entre 1982 e 1985. No governo Casagrande, foi diretor-presidente da Rádio e Televisão do Espírito Santo e, atuou na direção do Departamento de Imprensa Oficial (DIO), cargo que ocupava desde março de 2015.
Homenagens
O diretor de Jornalismo da Rede Gazeta, Abdo Chequer, destacou da importância do profissional. "Sérgio, como jornalista especializado em política, colunista e editor-chefe da Gazeta foi, com princípios bem determinados em jornalismo, uma escola”, disse.
André Hees, editor-chefe da Redação Multimídia do veículo, lamentou a morte do colega. "Sérgio Egito foi um grande mestre de toda uma geração de jornalistas. Todos nós, que trabalhamos com ele, aprendemos muito. Ele tinha um texto muito bom, muita preocupação com o rigor e o equilíbrio da apuração. É uma grande perda para todos nós, uma pessoa muito querida". O governador Paulo Hartung abriu a reunião no Palácio Anchieta com um minuto de silêncio em homenagem a Egito. "O jornalista foi fonte de inspiração para a atual geração de jornalistas, principalmente os mais jovens", ressaltou.