Morre, aos 65 anos, a jornalista e cronista Bety Orsini

Morreu, no último sábado (20/8), aos 65 anos, a jornalista e cronista Bety Orsini, depois de lutar três anos contra um câncer. Ela escrevia no Globo Niterói e ficou conhecida por falar de amor e sexo com humor e delicadeza.

Atualizado em 22/08/2016 às 12:08, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução/Facebook Bety Orsini era conhecida por falar de amor e sexo com humor e delicadeza
Segundo O Globo , Bety deixa sua mãe Amélia, seu filho Marco Antônio e os netos João, 4 anos e Bento, 3 anos. O corpo dela foi velado na Capela 13 e enterrado no Cemitério Parque da Colina, no Itaipu.
A jornalista começou a carreira no diário O Fluminense e trabalhou 14 anos no Jornal do Brasil , onde, entre outras coisas, liderou uma das colunas de maior sucesso da época, chamada "Perfil do Consumidor", um ping-pong publicado no Caderno B.
Bety entrou para a equipe de O Globo em 1994, onde passou pelo Segundo caderno, "Prosa & Verso", trabalhou na "Coluna do Swannn", de Alessandro Porron, e no caderno "Ela". Também apresentou um programa na Rádio Globo e escreveu os livros "Toda maneira de amor vale a pena - 20 histórias de quem superou o preconceito" e "Minha vida com mamãe - e outras histórias de família".
"Bety tinha um espírito jovem, generoso, curioso e sem preconceito, deixando os entrevistados tão à vontade que eles acabavam se revelando mais do que a outros jornalistas. Seu texto tinha um cumplicidade de conversa ao pé do ouvido, tão cativante quanto ela. E no âmbito pessoal, ela era a melhor das confidentes, sempre torcendo pelos amigos", recorda a editora Ana Cristina Reis.