Morre, aos 62 anos, o jornalista baiano Wellington Fonseca Ribeiro
Envolvido na luta contra a ditadura, Ribeiro foi internado em um hospital psiquiátrico por três meses, após discursar contra o regime
Atualizado em 26/10/2011 às 15:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista Wellington Fonseca Ribeiro, conhecido na Bahia como "Major", faleceu na noite da terça-feira (25) devido a complicações em decorrência de diabetes e hepatite. O profissional tinha 62 anos e, atualmente, coordenava o Movimento Cristão em Defesa do Metrô, em Salvador.
Ribeiro trabalhou nos diários A Tarde e Jornal da Bahia , e na Secretaria Municipal de Comunicação Social de Salvador, além de ser articulista em outros veículos, como o Jornal da Mídia . Formado em jornalismo e filosofia na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Direito, pela Universidade Católica do Salvador, o profissional também foi candidato a deputado federal pelo PDT, em 2006. "É um baiano, poeta doido, mas não é ladrão", dizia seu slogan de campanha política.
na reitoria da universidade, em 1975. Sobre o período, ele relatou ter sido amarrado em uma cama de ferro, permanecia isolado e era drogado constantemente.
"Ele era apaixonado pela política, foi motivador de muitos de sua geração para a defesa de grandes causas nacionais, especialmente a redemocratização", relatou o jornalista Luís Augusto Gomes, um amigo próximo.
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Ribeiro trabalhou nos diários A Tarde e Jornal da Bahia , e na Secretaria Municipal de Comunicação Social de Salvador, além de ser articulista em outros veículos, como o Jornal da Mídia . Formado em jornalismo e filosofia na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Direito, pela Universidade Católica do Salvador, o profissional também foi candidato a deputado federal pelo PDT, em 2006. "É um baiano, poeta doido, mas não é ladrão", dizia seu slogan de campanha política.
na reitoria da universidade, em 1975. Sobre o período, ele relatou ter sido amarrado em uma cama de ferro, permanecia isolado e era drogado constantemente.
"Ele era apaixonado pela política, foi motivador de muitos de sua geração para a defesa de grandes causas nacionais, especialmente a redemocratização", relatou o jornalista Luís Augusto Gomes, um amigo próximo.
Com informações do site .
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