Morre, aos 62 anos, o editor de quadrinhos Toninho Mendes
Morreu, na última quarta-feira (18/1), aos 62 anos, o editor de quadrinhos Toninho Mendes, após sofrer um infarto.
Atualizado em 19/01/2017 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, na última quarta-feira (18/1), aos 62 anos, o editor de quadrinhos Toninho Mendes, após sofrer um infarto.
Crédito:Divulgação
De acordo com a Folha de S.Paulo , Mendes sofreu um acidente em casa e bateu a cabeça. Não se sabe se a queda foi ocasionada por algum mal-estar. Ele foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
Ele era considerado um dos mais lendários editores de quadrinhos do país. Nos anos 1980, criou as revistas Chiclete com Banana e Circo . As publicações chegaram a vender mais de cem mil exemplares.
Ao longo de sua carreira, passou por veículos como o jornal alternativo Movimento e pelo Versus . Também trabalhou na editora Marco Zero e na Circo Editorial, onde Toninho publicou a história em parceria com Angeli.
Em sua página no Facebook, a cartunista Larte disse que Toninho era um "herói do quadrinho brasileiro". O editor André Conti, da Companhia das Letras, ressaltou que ele era "uma figura cujo tamanho e importância para o quadrinho brasileiro jamais poderá ser medida".
O editor deixa três filhas, de dois casamentos. O corpo dele é velado nesta quinta-feira (19/1) no Cemitério do Araçá e o enterro acontece no cemitério Parque dos Pinheiros, no Jaçanã, zona norte de São Paulo.
Crédito:Divulgação
De acordo com a Folha de S.Paulo , Mendes sofreu um acidente em casa e bateu a cabeça. Não se sabe se a queda foi ocasionada por algum mal-estar. Ele foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
Ele era considerado um dos mais lendários editores de quadrinhos do país. Nos anos 1980, criou as revistas Chiclete com Banana e Circo . As publicações chegaram a vender mais de cem mil exemplares.
Ao longo de sua carreira, passou por veículos como o jornal alternativo Movimento e pelo Versus . Também trabalhou na editora Marco Zero e na Circo Editorial, onde Toninho publicou a história em parceria com Angeli.
Em sua página no Facebook, a cartunista Larte disse que Toninho era um "herói do quadrinho brasileiro". O editor André Conti, da Companhia das Letras, ressaltou que ele era "uma figura cujo tamanho e importância para o quadrinho brasileiro jamais poderá ser medida".
O editor deixa três filhas, de dois casamentos. O corpo dele é velado nesta quinta-feira (19/1) no Cemitério do Araçá e o enterro acontece no cemitério Parque dos Pinheiros, no Jaçanã, zona norte de São Paulo.





