Morre, aos 34 anos, a chefe de redação da Reuters no Paquistão
Jornalista foi encontrada caída e inconsciente na redação
Atualizado em 24/02/2015 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, na última segunda-feira (23/2), a jornalista Maria Golovnina, aos 34 anos. Ela atuava como chefe de redação da Reuters para o Afeganistão e Paquistão. De acordo com a agência, ela foi encontrada caída e inconsciente na redação, em Islamabad, no noroeste do Paquistão, e foi encaminhada ao hospital.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista foi encontrada desacordada na redação
Com mais de dez anos de trabalho na Reuters, Maria produzia reportagens em alguns dos lugares mais perigosos do mundo, como Uzbequistão e Tadjiquistão. Entre 2002 e 2005, atuou como enviada especial à Rússia, onde acompanhou os primeiros anos da presidência de Putin, o cerco a um teatro de Moscou e uma série de ataques com bomba de rebeldes chechenos na região.
Tornou-se correspondente-chefe para a Ásia Central em 2005 e, em 2010, ela se juntou à mesa de edição em Londres. No ano seguinte, cobriu a guerra na Líbia, e chegou a ir à capital, Trípoli, epicentro do conflito.
Os colegas da jornalista lamentaram a morte. “Ela era uma ótima chefe. Calorosa, com um coração enorme. Uma pessoa que realmente se importava”, lembrou Katharine Houreld, correspondente da Reuters no Paquistão e no Afeganistão.
"Todos nós da Reuters choramos a morte prematura de nossa querida colega Maria. Ela era uma de nossas melhores jornalistas, combinando destemor com um entusiasmo contagiante que inspirava confiança, respeito e afeição de todos ao seu redor. Ela deixará muita saudade", disse o editor-chefe da Reuters News, Stephen Adler.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista foi encontrada desacordada na redação
Com mais de dez anos de trabalho na Reuters, Maria produzia reportagens em alguns dos lugares mais perigosos do mundo, como Uzbequistão e Tadjiquistão. Entre 2002 e 2005, atuou como enviada especial à Rússia, onde acompanhou os primeiros anos da presidência de Putin, o cerco a um teatro de Moscou e uma série de ataques com bomba de rebeldes chechenos na região.
Tornou-se correspondente-chefe para a Ásia Central em 2005 e, em 2010, ela se juntou à mesa de edição em Londres. No ano seguinte, cobriu a guerra na Líbia, e chegou a ir à capital, Trípoli, epicentro do conflito.
Os colegas da jornalista lamentaram a morte. “Ela era uma ótima chefe. Calorosa, com um coração enorme. Uma pessoa que realmente se importava”, lembrou Katharine Houreld, correspondente da Reuters no Paquistão e no Afeganistão.
"Todos nós da Reuters choramos a morte prematura de nossa querida colega Maria. Ela era uma de nossas melhores jornalistas, combinando destemor com um entusiasmo contagiante que inspirava confiança, respeito e afeição de todos ao seu redor. Ela deixará muita saudade", disse o editor-chefe da Reuters News, Stephen Adler.





