Moro concede liberdade provisória a João Santana e Mônica Moura
O ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, presos na 23ª fase da Operação Lava Jato, deixaram a carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba (PR), na última segunda-feira (1/8).
Atualizado em 02/08/2016 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Trabalhadores (PT) e a mulher dele, Mônica Moura, presos na 23ª fase da Operação Lava Jato, deixaram a carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba (PR), na última segunda-feira (1/8).
De acordo com a Folha de S.Paulo , o juiz federal Sérgio Moro concedeu o pedido de liberdade provisória após pagamento de uma fiança de R$ 31,5 milhões, a maior da Operação até o momento, sem considerar as indenizações em caso de delação premiada. O valor corresponde ao que já havia sido bloqueado das contas do casal.
Crédito:Reprodução João Santana tem lliberdade concedida por Moro
Santana e Mônica foram presos em fevereiro sob suspeita de receber da empreiteira Odebrecht e do lobista Zwi Skornicki dinheiro desviado da Petrobras. A dupla não poderá deixar o país, nem se encontrar com outros investigados ou manter contato com "destinatários de seus serviços eleitorais".
Ambos devem comparecer a todos os atos dos processos. Moro afirmou que a instrução das ações penais já está próxima ao fim e que Santana e Mônica demonstraram desejo de esclarecer os fatos.
No despacho de soltura, o juiz criticou o "álibi" do casal nas ações penais. Em depoimento, o publicitário havia dito que "98% das campanhas" eleitorais usam caixa dois e que, sem a prática, não é possível se manter na profissão.
Moro classificou a ação como uma "trapaça que não pode ser subestimada" e que é necessário "censurar em ambos a naturalidade e a desfaçatez com as quais receberam, como eles mesmo admitem, recursos não-contabilizados."
O juiz federal esclareceu ainda que a situação de Santana e Mônica é, de certa forma, diferente da de outros acusados no esquema, uma vez que o publicitário não era uma agente público ou dirigente de empreiteira.
De acordo com a Folha de S.Paulo , o juiz federal Sérgio Moro concedeu o pedido de liberdade provisória após pagamento de uma fiança de R$ 31,5 milhões, a maior da Operação até o momento, sem considerar as indenizações em caso de delação premiada. O valor corresponde ao que já havia sido bloqueado das contas do casal.
Crédito:Reprodução João Santana tem lliberdade concedida por Moro
Santana e Mônica foram presos em fevereiro sob suspeita de receber da empreiteira Odebrecht e do lobista Zwi Skornicki dinheiro desviado da Petrobras. A dupla não poderá deixar o país, nem se encontrar com outros investigados ou manter contato com "destinatários de seus serviços eleitorais".
Ambos devem comparecer a todos os atos dos processos. Moro afirmou que a instrução das ações penais já está próxima ao fim e que Santana e Mônica demonstraram desejo de esclarecer os fatos.
No despacho de soltura, o juiz criticou o "álibi" do casal nas ações penais. Em depoimento, o publicitário havia dito que "98% das campanhas" eleitorais usam caixa dois e que, sem a prática, não é possível se manter na profissão.
Moro classificou a ação como uma "trapaça que não pode ser subestimada" e que é necessário "censurar em ambos a naturalidade e a desfaçatez com as quais receberam, como eles mesmo admitem, recursos não-contabilizados."
O juiz federal esclareceu ainda que a situação de Santana e Mônica é, de certa forma, diferente da de outros acusados no esquema, uma vez que o publicitário não era uma agente público ou dirigente de empreiteira.





