Monges tibetanos aproveitam entrada de jornalistas e voltam a protestar
Monges tibetanos aproveitam entrada de jornalistas e voltam a protestar
Aproveitando a entrada de uma comitivia de jornalistas ao Tibete, monges fizeram, em Lhasa, capital do país, protestos contra a falta de liberdade religiosa.
Cerca de 30 monges, relata os jornalistas membros do grupo autorizado a entrar no Tibete, protestaram por aproximadamente 15 minutos nas imediações do templo Jokhang de Lhasa, um dos mais sagrados para o budismo tibetano.
Segundo informações da agência de notícias Efe, os monges também afirmaram que o Dalai Lama não era culpado da violência registrada em 14 de março, apesar de Pequim insistir em que ele foi o instigador da revolta.
Já a agência estatal chinesa, a Xinhua, não ignorou o protesto, no entanto mas evitou entrar em detalhes e simplesmente assinalou que "o tour de jornalistas estrangeiros foi interrompido por um grupo de manifestantes".
Os repórteres estrangeiros em Lhasa visitaram na última quarta-feira e nesta quinta-feira (27) uma clínica que foi atacada nas proximidades do mosteiro de Jokhang e os destroços de uma loja de roupas onde cinco trabalhadoras chinesas morreram em um incêndio causado pelos manifestantes tibetanos.
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