Ministro venezuelano diz que sequestro de jornalista da Globovisión pode ter sido político
Em coletiva última segunda-feira (14/4), Nairobi Pinto e o ministro do Interior Miguel Rodríguez falaram sobre o crime.
Atualizado em 15/04/2014 às 16:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em entrevista coletiva realizada na última segunda-feira (14/4), o ministro do Interior, Miguel Rodríguez, afirmou que o sequestro da jornalista Nairobi Pinto pode ter ocorrido por motivação política. A declaração ocorreu após a chefe de correspondentes da Globovisón ter sido encontrada pelas autoridades venezuelanas, mantida em cativeiro por criminosos na cidade de Cúa, interior do estado de Miranda, durante oito dias.
Crédito:Reprodução Jornalista não quis dar detalhes sobre seu sequestro
"Não quero dar muitos detalhes, me desculpem, mas isto é um tema de segurança e serão as autoridades as encarregadas de investigar", disse a jornalista. Segundo o G1, Rodríguez afirmou que "não iria especular", mas que não descartava a possibilidade de motivação política.
"Ela é jornalista e é preciso ver o que significa em matéria de segurança o sequestro de uma jornalista; em segundo lugar, é coordenadora do Pastoral Juvenil, o que carrega um impacto importante na Igreja Católica, e em terceiro lugar, é estudante [de Direito], o que impacta o setor estudantil", explicou.
Nairobi foi raptada em 6 de abril, na porta de sua casa, na capital Caracas. Segundo ela, não sofreu maus-tratos, foi mantida a maior parte do tempo com os olhos vendados e que seus sequestradores nunca falaram em sua presença.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Jornalista não quis dar detalhes sobre seu sequestro
"Não quero dar muitos detalhes, me desculpem, mas isto é um tema de segurança e serão as autoridades as encarregadas de investigar", disse a jornalista. Segundo o G1, Rodríguez afirmou que "não iria especular", mas que não descartava a possibilidade de motivação política.
"Ela é jornalista e é preciso ver o que significa em matéria de segurança o sequestro de uma jornalista; em segundo lugar, é coordenadora do Pastoral Juvenil, o que carrega um impacto importante na Igreja Católica, e em terceiro lugar, é estudante [de Direito], o que impacta o setor estudantil", explicou.
Nairobi foi raptada em 6 de abril, na porta de sua casa, na capital Caracas. Segundo ela, não sofreu maus-tratos, foi mantida a maior parte do tempo com os olhos vendados e que seus sequestradores nunca falaram em sua presença.
Assista ao vídeo:





