Ministro da Defesa critica a imprensa
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, lançou críticas à imprensa e classificou alguns jornalistas de "idiotas"
Atualizado em 04/07/2011 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ministro da Defesa Nelson Jobim lançou críticas à imprensa e classificou alguns jornalistas de "idiotas", durante a comemoração do aniversário de 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, informa a
Na última sexta-feira (1°), Jobim afirmou que "estão querendo fazer intriga" contra ele, alegando que suas relações com a presidente Dilma Rousseff estão fragilizadas. Para o ministro, é tudo culpa da imprensa. O ministro encontrou-se com a presidente para uma conversa a respeito do sigilo de documentos. Na conversa com Jobim, Dilma brincou, "Estão querendo intrigar a gente?".
No Congresso, durante a comemoração do aniversário de 80 anos de FHC, Jobim citou Nelson Rodrigues: "Ele dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que eles perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância..."
Para Dilma, o ministro explicou que sua menção ao trecho ''escrevem para o esquecimento", se referia a jornalistas. Ele explicou à presidente, porém, que se referia apenas a alguns profissionais de imprensa, àqueles que eram críticos ao governo de Fernando Henrique.
Na última sexta-feira (1°), Jobim afirmou que "estão querendo fazer intriga" contra ele, alegando que suas relações com a presidente Dilma Rousseff estão fragilizadas. Para o ministro, é tudo culpa da imprensa. O ministro encontrou-se com a presidente para uma conversa a respeito do sigilo de documentos. Na conversa com Jobim, Dilma brincou, "Estão querendo intrigar a gente?".
No Congresso, durante a comemoração do aniversário de 80 anos de FHC, Jobim citou Nelson Rodrigues: "Ele dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que eles perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância..."
Para Dilma, o ministro explicou que sua menção ao trecho ''escrevem para o esquecimento", se referia a jornalistas. Ele explicou à presidente, porém, que se referia apenas a alguns profissionais de imprensa, àqueles que eram críticos ao governo de Fernando Henrique.






