Ministro chinês discute com jornalista canadense em coletiva de imprensa
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, discutiu com um jornalista canadense após ser questionado sobre a situação dos direitos humanos em seu país durante uma coletiva de imprensa em Ottawa.
Atualizado em 02/06/2016 às 13:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
da , Wang Yi, discutiu com um jornalista canadense após ser questionado sobre a situação dos direitos humanos em seu país durante uma coletiva de imprensa em Ottawa.
Crédito:Reprodução Ministro bateu boca com jornalista após pergunta polêmica
De acordo com a EFE, o repórter perguntou sobre os motivos pelos quais o Canadá quer estreitar seus laços com a China, embora exista política de direitos humanos no país. Wang se irritou e o chamou de "irresponsável".
"Tenho certeza que sua pergunta está cheia de preconceito e arrogância contra a China e é totalmente inaceitável. Me pergunto se você entende a China. Já esteve na China? Sabe que a China tirou mais de 600 milhões da pobreza? Que somos a segunda maior economia do mundo?". rebateu.
O ministro ressaltou que o desenvolvimento da China é possível sem proteção dos direitos humanos e que o país incluiu a paixão e a promoção dos direitos humanos em sua Constituição.
"Gostaria de sugerir, por favor, que você não faça perguntas de maneira tão irresponsável. Apesar de recebermos sugestões com boa vontade, rejeitamos acusações injustificadas e sem fundamento", completou.
Crédito:Reprodução Ministro bateu boca com jornalista após pergunta polêmica
De acordo com a EFE, o repórter perguntou sobre os motivos pelos quais o Canadá quer estreitar seus laços com a China, embora exista política de direitos humanos no país. Wang se irritou e o chamou de "irresponsável".
"Tenho certeza que sua pergunta está cheia de preconceito e arrogância contra a China e é totalmente inaceitável. Me pergunto se você entende a China. Já esteve na China? Sabe que a China tirou mais de 600 milhões da pobreza? Que somos a segunda maior economia do mundo?". rebateu.
O ministro ressaltou que o desenvolvimento da China é possível sem proteção dos direitos humanos e que o país incluiu a paixão e a promoção dos direitos humanos em sua Constituição.
"Gostaria de sugerir, por favor, que você não faça perguntas de maneira tão irresponsável. Apesar de recebermos sugestões com boa vontade, rejeitamos acusações injustificadas e sem fundamento", completou.





