Ministério Público de RO investiga intimidação a jornalistas
Ministério Público de RO investiga intimidação a jornalistas
Atualizado em 12/05/2011 às 12:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Ministério Público de Rondônia (MPR) investigará casos de intimidação e ameaças feitas por policiais a jornalistas, durante protestos que ocorreram no último fim de semana em Porto Velho, capital do estado.
Segundo o site Rondôniaaovivo, o cinegrafista Adilson Santos, afirmou ter sido ameaçado por policiais à paisana, enquanto filmava o protesto em frente ao prédio do Comando Militar, no sábado (7). Ele cobria o protesto pela TV Candelária, afiliada da Record. No domingo (8), durante o ato no qual 30 policiais em trajes civis bloquearam um trecho da BR-364 com pneus em chamas, na altura da ponte do rio Candeias, dois jornalistas também sofreram ameaças, Luíz Júnior do Rondoniaovivo e o repórter Herivelton Rodrigues Palma.
Palma disse a 8ª Delegacia de Polícia de Porto Velho, onde registrou um boletim de ocorrência, que os policiais impediram-no de filmar a manifestação e o obrigaram a apagar imagens de sua câmera fotográfica.
O promotor responsável, Pedro Wagner Almeida Pereira Júnior, da 20ª Promotoria de Justiça, pretende ouvir mais testemunhas da manifestação sobre o caso para tentar identificar os responsáveis pelas intimidações. A partir dos depoimentos, tentará identificar os responsáveis pela violência. "É preciso que aqueles que ainda não buscaram noticiar os fatos, que assim o façam", recomendou.
Para Emanuel Soares Carneiro, presidente da Abert, o episódio é grave. "Os relatos dão conta de que alguns policiais agiram de forma violenta contra cidadãos e jornalistas que cumpriam sua função de cobrir um fato de extremo interesse público. Não podemos admitir obstáculos à livre atividade jornalística, que é protegida pela Constituição", afirma. O MPR está apurando o caso.
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Segundo o site Rondôniaaovivo, o cinegrafista Adilson Santos, afirmou ter sido ameaçado por policiais à paisana, enquanto filmava o protesto em frente ao prédio do Comando Militar, no sábado (7). Ele cobria o protesto pela TV Candelária, afiliada da Record. No domingo (8), durante o ato no qual 30 policiais em trajes civis bloquearam um trecho da BR-364 com pneus em chamas, na altura da ponte do rio Candeias, dois jornalistas também sofreram ameaças, Luíz Júnior do Rondoniaovivo e o repórter Herivelton Rodrigues Palma.
Palma disse a 8ª Delegacia de Polícia de Porto Velho, onde registrou um boletim de ocorrência, que os policiais impediram-no de filmar a manifestação e o obrigaram a apagar imagens de sua câmera fotográfica.
O promotor responsável, Pedro Wagner Almeida Pereira Júnior, da 20ª Promotoria de Justiça, pretende ouvir mais testemunhas da manifestação sobre o caso para tentar identificar os responsáveis pelas intimidações. A partir dos depoimentos, tentará identificar os responsáveis pela violência. "É preciso que aqueles que ainda não buscaram noticiar os fatos, que assim o façam", recomendou.
Para Emanuel Soares Carneiro, presidente da Abert, o episódio é grave. "Os relatos dão conta de que alguns policiais agiram de forma violenta contra cidadãos e jornalistas que cumpriam sua função de cobrir um fato de extremo interesse público. Não podemos admitir obstáculos à livre atividade jornalística, que é protegida pela Constituição", afirma. O MPR está apurando o caso.
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