Ministério Público arquiva inquérito contra repórter indiciado por quebra de sigilo
O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar a investigação que solicitava a quebra do sigilo telefônico do jornalista Allan de Abreu
Atualizado em 30/10/2015 às 09:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
, do . A Procuradoria da República em São José do Rio Preto (SP) acatou a recomendação feita pelo juiz Dasser Lettiere Júnior.
Crédito:Arquivo pessoal MP arquivou quebra de sigilo do jornalista
De acordo com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), o juiz destacou que “entre idas e vindas, este inquérito se arrasta em discussões teóricas quando na realidade seu objeto é de duvidosa utilidade”.
Um inquérito determinava que operadores de telefonia informassem detalhes telefônicos do Diário da Região e do repórter para descobrir fontes de reportagens sobre uma operação da Polícia Federal, deflagrada em 2011, contra fiscais do Ministério do Trabalho suspeitos de exigir propina para anular multas trabalhistas em empresas da região.
O caso do jornalista é discutido desde o início do ano. A liminar que suspendia a quebra de sigilo foi derrubada pelo ministro Dias Toffoli por questões procedimentais, mas o sigilo foi garantido em decisão da 2ª turma do Supremo em setembro.
A Abraji celebrou o acordo para encerrar o inquérito. "A Abraji espera que o desfecho do caso dissuada polícia, Ministério Público e Judiciário de novas investidas contra o sigilo da fonte, garantia central para o bom jornalismo e para a democracia".
Crédito:Arquivo pessoal MP arquivou quebra de sigilo do jornalista
De acordo com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), o juiz destacou que “entre idas e vindas, este inquérito se arrasta em discussões teóricas quando na realidade seu objeto é de duvidosa utilidade”.
Um inquérito determinava que operadores de telefonia informassem detalhes telefônicos do Diário da Região e do repórter para descobrir fontes de reportagens sobre uma operação da Polícia Federal, deflagrada em 2011, contra fiscais do Ministério do Trabalho suspeitos de exigir propina para anular multas trabalhistas em empresas da região.
O caso do jornalista é discutido desde o início do ano. A liminar que suspendia a quebra de sigilo foi derrubada pelo ministro Dias Toffoli por questões procedimentais, mas o sigilo foi garantido em decisão da 2ª turma do Supremo em setembro.
A Abraji celebrou o acordo para encerrar o inquérito. "A Abraji espera que o desfecho do caso dissuada polícia, Ministério Público e Judiciário de novas investidas contra o sigilo da fonte, garantia central para o bom jornalismo e para a democracia".





