Ministério Público abre inquérito civil contra aplicativo "Lulu" e Facebook

Nesta segunda-feira (2/11), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MP-DFT) informou que instaurou um inquérito civil público contra o Facebook e a Luluvise Incorporation, empresa desenvolvedora do aplicativo "Lulu", que permite avaliar homens.

Atualizado em 02/12/2013 às 19:12, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução Aplicativo é acusado de ofender direitos de personalidade dos usuários
Segundo o Uol, o MP considerou que as companhias são suspeitas de "ofender direitos da personalidade de milhões de usuários do sexo masculino". Com isso, as empresas têm cinco dias para prestarem esclarecimentos ao órgão.
"Essa situação evidencia ofensa a direitos existenciais de consumidores, particularmente à honra e à privacidade, ensejando medidas administrativas e, eventualmente, condenação por dano moral coletivo", defende o comunicado de abertura de inquérito.
"Lulu" foi criado em fevereiro deste ano, com o objetivo de “dar poder às mulheres para elas tomarem decisões inteligentes em relação aos homens”. A ideia surgiu em um encontro entre amigas, depois do dia dos namorados, quando elas passaram horas conversando sobre rapazes.