Ministério organiza força-tarefa para regularizar retransmissoras de TV
O Ministério das Comunicações instituiu uma força-tarefa para regularizar as retransmissoras de Televisão que operam sem autorização do governo.
Atualizado em 01/10/2013 às 17:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O mutirão começa em Minas Gerais e posteriormente chegará à Bahia e ao Paraná.
Crédito:Divulgação Patrícia Ávila garante isso vai melhorar serviços em diversos municípios
A ideia é beneficiar diferentes regiões (Sudeste, Nordeste e Sul) e garantir a qualidade do serviço que é oferecido à população. “O governo não pode deixar as pessoas sem acesso à televisão. Se existem locais nos quais a televisão não chega oficialmente ou não é regularizada, nós temos de legalizar pensando no acesso da população aos meios de comunicação”, afirma Patricia Ávila, secretária substituta de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom. Ela ainda ressalta que a força-tarefa também pretende agilizar e desburocratizar pedidos de outorgas.
Para Genildo Lins, secretário-executivo interino do MiniCom, a atuação irregular das retransmissoras é um crime. “A qualquer momento, a Anatel pode verificar que existe um serviço clandestino, lacrar a estação e abrir uma ação criminal. Isso é um problema para a população, que corre o risco de ficar sem o sinal de televisão”, diz.
Crédito:Divulgação Patrícia Ávila garante isso vai melhorar serviços em diversos municípios
A ideia é beneficiar diferentes regiões (Sudeste, Nordeste e Sul) e garantir a qualidade do serviço que é oferecido à população. “O governo não pode deixar as pessoas sem acesso à televisão. Se existem locais nos quais a televisão não chega oficialmente ou não é regularizada, nós temos de legalizar pensando no acesso da população aos meios de comunicação”, afirma Patricia Ávila, secretária substituta de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom. Ela ainda ressalta que a força-tarefa também pretende agilizar e desburocratizar pedidos de outorgas.
Para Genildo Lins, secretário-executivo interino do MiniCom, a atuação irregular das retransmissoras é um crime. “A qualquer momento, a Anatel pode verificar que existe um serviço clandestino, lacrar a estação e abrir uma ação criminal. Isso é um problema para a população, que corre o risco de ficar sem o sinal de televisão”, diz.





