Mineiros chilenos criam fundação para dividir dinheiro arrecadado com entrevistas
Mineiros chilenos criam fundação para dividir dinheiro arrecadado com entrevistas
Atualizado em 14/10/2010 às 14:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Tudo o que for arrecadado depois do resgate dos 33 mineiros chilenos para comparecer a programas de televisão ou para conceder entrevistas será dividido igualmente. Foi isso o acertado entre os trabalhadores da mina San Jose de Chile durante os dois meses em que estiveram presos a cerca de 620 metros de profundidade.
O acordo, que inclui também a criação de uma fundação para ajudar os trabalhadores com poucos recursos, foi feito após propostas milionárias feitas aos mineiros por diversos meios de comunicação, informa o jornal chileno La Tercera . A proposta foi certificada por um tabelião.
"Decidiram que, se alguém for a um programa de televisão, irá representando todos e, por isso, o dinheiro é de todos", disse ao La Tercera Cristián Ticona, irmão mais velho de Ariel Ticona, o penúltimo homem a ser retirado da jazida, segundo informa o portal iG. "Está certo que os meninos cobrem para contar o que viveram. É necessário aproveitar esses momentos, para conseguir tirar algo de bom de tudo que viveram", disse o pai do mineiro, Mario Ticona.
Outros familiares de Ariel afirmaram que receberam ofertas de duas emissoras nacionais e outras internacionais que pagariam até US$ 14 mil por seus depoimentos.
Já Víctor Segovia, autor do diário sobre a experiência dos mineiros, também foi assediado para que divulgue o documento, contou seu irmão Pedro.
"Jornais da Holanda, canais da França e do Brasil e também do Chile fizeram ofertas. Agora as entregarei a Víctor para que ele decida. Ofereceram até US$ 50 mil pelo direito de seus textos", contou.
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O acordo, que inclui também a criação de uma fundação para ajudar os trabalhadores com poucos recursos, foi feito após propostas milionárias feitas aos mineiros por diversos meios de comunicação, informa o jornal chileno La Tercera . A proposta foi certificada por um tabelião.
| Divulgação | |
| Ariel Ticona |
"Decidiram que, se alguém for a um programa de televisão, irá representando todos e, por isso, o dinheiro é de todos", disse ao La Tercera Cristián Ticona, irmão mais velho de Ariel Ticona, o penúltimo homem a ser retirado da jazida, segundo informa o portal iG. "Está certo que os meninos cobrem para contar o que viveram. É necessário aproveitar esses momentos, para conseguir tirar algo de bom de tudo que viveram", disse o pai do mineiro, Mario Ticona.
Outros familiares de Ariel afirmaram que receberam ofertas de duas emissoras nacionais e outras internacionais que pagariam até US$ 14 mil por seus depoimentos.
Já Víctor Segovia, autor do diário sobre a experiência dos mineiros, também foi assediado para que divulgue o documento, contou seu irmão Pedro.
"Jornais da Holanda, canais da França e do Brasil e também do Chile fizeram ofertas. Agora as entregarei a Víctor para que ele decida. Ofereceram até US$ 50 mil pelo direito de seus textos", contou.
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