México tem ano mais violento para jornalistas desde 2000, aponta relatório
Em 2016, 11 jornalistas foram mortos no México, segundo o informe anual “Libertades en Resistencia” do Article 19, organização independente de direitos humanos com a missão de promover o direito e a liberdade de expressão.
Atualizado em 12/04/2017 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O resultado revela que 2016 foi o ano mais violento para jornalistas no México desde 2000. Crédito:Reprodução De acordo com o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, o documento mostra que no ano passado foram registradas 426 agressões contra jornalistas em todo o México, e 99,7% dos registros ainda estão em aberto por falta de investigação.
De todos os casos denunciados, 81 jornalistas foram vítimas de ataques físicos e materiais, 79 sofreram intimidações, 76 receberam ameaças, 27 meios de comunicação foram atacados e 11 jornalistas foram mortos.
O relatório traz ainda a informação de que 53% das agressões denunciadas por jornalistas foram cometidas por funcionários públicos. O que representa um aumento de 37% deste tipo de denúncia em relação a 2015.
Só no mês de março, três jornalistas foram mortos no México e dois sobreviveram a atentados. A ONG Article 19 tem escritório em nove países, inclusive no Brasil.
De todos os casos denunciados, 81 jornalistas foram vítimas de ataques físicos e materiais, 79 sofreram intimidações, 76 receberam ameaças, 27 meios de comunicação foram atacados e 11 jornalistas foram mortos.
O relatório traz ainda a informação de que 53% das agressões denunciadas por jornalistas foram cometidas por funcionários públicos. O que representa um aumento de 37% deste tipo de denúncia em relação a 2015.
Só no mês de março, três jornalistas foram mortos no México e dois sobreviveram a atentados. A ONG Article 19 tem escritório em nove países, inclusive no Brasil.





