Metade das agências de propaganda paulistas preveem crescimento em 2014, aponta estudo
Estudo realizado pela Sinapro-SP indica que as mil maiores agências paulistas geram receita bruta de R$ 6,3 bilhões e ocupam 21.773 pessoas.
Atualizado em 25/09/2014 às 14:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de São Paulo (Sinapro-SP) fez o primeiro estudo para levantar o perfil das empresas de publicidade presentes no Estado. Os dados apresentados são animadores. Cinquenta por cento das companhias paulistas preveem crescimento neste ano. Entre os fatores evidenciados, estão a ampliação de serviços em áreas como digital, marketing promocional e eventos.
Crédito:Divulgação Agências apostam em crescimento dos negócios em 2014
Coordenada pela área de inteligência de mercado da entidade, a pesquisa conta com a participação de 340 agências, de um universo mapeado de 1.160 empresas estruturadas. Realizado entre maio e julho, o levantamento revela que o setor de publicidade se destaca pelo valor que representa na economia. A área gera cerca de $ 3,2 bilhões de receita bruta e têm 10.318 pessoas ocupadas.
Com base nos dados apurados, foi possível fazer projeções para as maiores agências, chegando a uma estimativa de R$ 6,3 bilhões de receita bruta e 21.773 pessoas empregadas. Por outro lado, a produtividade média dos entrevistados é de R$ 312,7 mil, valor que cai para R$ 291,3 mil no macro.
“A pesquisa comprova a contribuição relevante da atividade publicitária para a economia paulista, com forte dinâmica na geração de emprego, nos recursos que movimenta e nos serviços realizados. Outro aspecto importante é a criatividade, inerente à publicidade, que impulsiona os negócios das empresas”, afirma Geraldo de Brito, presidente do Sinapro-SP.
Para efeito de análise, a amostra total foi segmentada em cinco grupos de agências por porte e região. São Paulo aparece com receita até R$ 50 milhões (39%) e com receita superior a R$ 50 milhões (4%). A Grande S. Paulo (8%), Campinas (17%) e demais Regiões do Interior e Litoral (32%). Cada grupo tem um perfil próprio de estrutura, receita bruta e número de funcionários. “As agências do Interior e Litoral representam 49% da amostra, o que evidencia a força e o empreendedorismo dos mercados regionais, que vêm crescendo, se dinamizando a cada dia e gerando emprego e renda”, destaca Brito. Em média, as empresas de propaganda possuem 16 anos de existência, período que sobe para 38 anos no caso das companhias de destaque no ramo.
A pesquisa mostrou ainda que as agências paulistas atendem em média 12 clientes e 16 contas, de 3 a 4 setores. Entre as áreas atendidas, destacam-se Varejo (78%), Indústria (70%), Serviços Privados (64%), Imobiliário (59%), Produtos de Consumo (59%), Governo e Empresas Públicas (26%).
“O varejo, a indústria e o setor de serviços privados são relevantes no portfólio tanto das agências de grande porte quanto das menores, mas há atividades que se destacam mais em determinados segmentos. Por exemplo, o imobiliário é mais relevante para as do Interior, enquanto a indústria e o setor de serviços têm presença mais acentuada no portfólio das grandes agências”, observa Brito.
O estudo também avaliou a participação de companhias em concursos e sua opinião sobre as concorrências privadas. Em relação às contas públicas, a pesquisa revela que 25% das agências participam de licitações. Destas, 65% possuem contas públicas e atendem, em média, três clientes desse setor. No setor privado, 70% dos entrevistados discordam de disputas com mais de quatro empresas, por acreditarem que tais processos são especulativos e causam prejuízos e desgaste.
Empresas com expectativas de crescimento em 2014
O levantamento do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de São Paulo também revela que 50% das empresas analisadas preveem crescimento em 2014. Outras 40% esperam manter o mesmo patamar de 2013 e apenas 10% estimam queda. Entre as grandes agências da Capital o otimismo é maior: 83% estimam crescimento de receita e 17% esperam manter o mesmo patamar.
“A Copa do Mundo influenciou positivamente os negócios das grandes agências, que atendem os grandes patrocinadores. Por outro lado, o evento impactou negativamente a receita das pequenas e médias agências no primeiro semestre, cujos clientes ficaram em compasso de espera”, avalia Brito.
Crédito:Divulgação Agências apostam em crescimento dos negócios em 2014
Coordenada pela área de inteligência de mercado da entidade, a pesquisa conta com a participação de 340 agências, de um universo mapeado de 1.160 empresas estruturadas. Realizado entre maio e julho, o levantamento revela que o setor de publicidade se destaca pelo valor que representa na economia. A área gera cerca de $ 3,2 bilhões de receita bruta e têm 10.318 pessoas ocupadas.
Com base nos dados apurados, foi possível fazer projeções para as maiores agências, chegando a uma estimativa de R$ 6,3 bilhões de receita bruta e 21.773 pessoas empregadas. Por outro lado, a produtividade média dos entrevistados é de R$ 312,7 mil, valor que cai para R$ 291,3 mil no macro.
“A pesquisa comprova a contribuição relevante da atividade publicitária para a economia paulista, com forte dinâmica na geração de emprego, nos recursos que movimenta e nos serviços realizados. Outro aspecto importante é a criatividade, inerente à publicidade, que impulsiona os negócios das empresas”, afirma Geraldo de Brito, presidente do Sinapro-SP.
Para efeito de análise, a amostra total foi segmentada em cinco grupos de agências por porte e região. São Paulo aparece com receita até R$ 50 milhões (39%) e com receita superior a R$ 50 milhões (4%). A Grande S. Paulo (8%), Campinas (17%) e demais Regiões do Interior e Litoral (32%). Cada grupo tem um perfil próprio de estrutura, receita bruta e número de funcionários. “As agências do Interior e Litoral representam 49% da amostra, o que evidencia a força e o empreendedorismo dos mercados regionais, que vêm crescendo, se dinamizando a cada dia e gerando emprego e renda”, destaca Brito. Em média, as empresas de propaganda possuem 16 anos de existência, período que sobe para 38 anos no caso das companhias de destaque no ramo.
A pesquisa mostrou ainda que as agências paulistas atendem em média 12 clientes e 16 contas, de 3 a 4 setores. Entre as áreas atendidas, destacam-se Varejo (78%), Indústria (70%), Serviços Privados (64%), Imobiliário (59%), Produtos de Consumo (59%), Governo e Empresas Públicas (26%).
“O varejo, a indústria e o setor de serviços privados são relevantes no portfólio tanto das agências de grande porte quanto das menores, mas há atividades que se destacam mais em determinados segmentos. Por exemplo, o imobiliário é mais relevante para as do Interior, enquanto a indústria e o setor de serviços têm presença mais acentuada no portfólio das grandes agências”, observa Brito.
O estudo também avaliou a participação de companhias em concursos e sua opinião sobre as concorrências privadas. Em relação às contas públicas, a pesquisa revela que 25% das agências participam de licitações. Destas, 65% possuem contas públicas e atendem, em média, três clientes desse setor. No setor privado, 70% dos entrevistados discordam de disputas com mais de quatro empresas, por acreditarem que tais processos são especulativos e causam prejuízos e desgaste.
Empresas com expectativas de crescimento em 2014
O levantamento do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de São Paulo também revela que 50% das empresas analisadas preveem crescimento em 2014. Outras 40% esperam manter o mesmo patamar de 2013 e apenas 10% estimam queda. Entre as grandes agências da Capital o otimismo é maior: 83% estimam crescimento de receita e 17% esperam manter o mesmo patamar.
“A Copa do Mundo influenciou positivamente os negócios das grandes agências, que atendem os grandes patrocinadores. Por outro lado, o evento impactou negativamente a receita das pequenas e médias agências no primeiro semestre, cujos clientes ficaram em compasso de espera”, avalia Brito.





