Médicos discutem cobertura da mídia sobre programas de saúde do governo
Crédito:Luiz Murauskas Profissionais da saúde dividiram opiniões sobre programas, como o Mais MédicosBasta abrir o jornal ou ligar a televisão para ver: hospitais sem leitos, falta de ambulâncias, cidades sem médico, mulheres dando à luz na porta do pronto-socorro, filas quilométricas para conseguir agendar uma consulta.
Atualizado em 04/09/2013 às 14:09, por
Camilla Demario e Thaís Naldoni.
dividiram opiniões sobre programas, como o Mais Médicos Basta abrir o jornal ou ligar a televisão para ver: hospitais sem leitos, falta de ambulâncias, cidades sem médico, mulheres dando à luz na porta do pronto-socorro, filas quilométricas para conseguir agendar uma consulta.
Com o início dos protestos em junho, que movimentaram a população, o governo federal também resolveu se mexer e anunciou a vinda de médicos estrangeiros, ampliação da revalidação de diploma para os médicos brasileiros, além de votar o projeto de lei sobre o Ato Médico. E aí foi a vez dos próprios profissionais de saúde vestirem seus jalecos para protestar contra as medidas federais, principalmente contra o “Programa Mais Médicos”, criado pelo Ministério da Saúde, que tem como objetivo ampliar o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) trazendo médicos estrangeiros.
O conflito saiu das ruas e entrou nas rodas de discussão: qual o remédio para a saúde do Brasil? Para debater esses temas polêmicos, IMPRENSA reuniu na Cantina Carlino, em São Paulo (SP), quatro médicos, que vivem diferentes aspectos da profissão e, juntos, traçaram um panorama da saúde no país.
Crédito:Luiz Murauskas Confira o debate travado entre o Dr. Aytan Sipahi, gastroenterologista; Dr. Antonio Carlos Forte, superintendente da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Dra. Cláudia Meirelles, diretora de Comunicação do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS/SP); e Dr. Renato Azevedo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Leia a reportagem completa na edição 293 de setembro de IMPRENSA.
Com o início dos protestos em junho, que movimentaram a população, o governo federal também resolveu se mexer e anunciou a vinda de médicos estrangeiros, ampliação da revalidação de diploma para os médicos brasileiros, além de votar o projeto de lei sobre o Ato Médico. E aí foi a vez dos próprios profissionais de saúde vestirem seus jalecos para protestar contra as medidas federais, principalmente contra o “Programa Mais Médicos”, criado pelo Ministério da Saúde, que tem como objetivo ampliar o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) trazendo médicos estrangeiros.
O conflito saiu das ruas e entrou nas rodas de discussão: qual o remédio para a saúde do Brasil? Para debater esses temas polêmicos, IMPRENSA reuniu na Cantina Carlino, em São Paulo (SP), quatro médicos, que vivem diferentes aspectos da profissão e, juntos, traçaram um panorama da saúde no país.
Crédito:Luiz Murauskas Confira o debate travado entre o Dr. Aytan Sipahi, gastroenterologista; Dr. Antonio Carlos Forte, superintendente da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Dra. Cláudia Meirelles, diretora de Comunicação do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS/SP); e Dr. Renato Azevedo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Leia a reportagem completa na edição 293 de setembro de IMPRENSA.






