Médico da UPA agride jornalistas do Diário de Ribeirão Pires
Uma equipe do Diário de Ribeirão Pires, interior de São Paulo, acabou sendo agredida pelo médico Ocilmar Dias Amaral Junior durante uma cobertura no sábado (11).
Atualizado em 14/09/2017 às 10:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução Diário de Ribeirão Pires Segundo a reportagem, os médicos atendiam em “operação tartaruga”, o objetivo era demonstrar a insatisfação com a implantação do ponto biométrico instalado pela prefeitura da cidade. Segundo os repórteres, Junior estava em seu consultório lendo sites de entretenimento quando foi questionado sobre o cumprimento do horário.
“Após sair da sala do médico ele atacou o cinegrafista na tentativa de quebrar os equipamentos de gravação. Diversos munícipes tentaram intervir em defesa de nosso grupo aos gritos de: ‘Eles vão gravar, sim’ e ‘Médico vagabundo tem que ser exposto’. Alguns chegaram a morder o médico”, afirma o Diário.
Afastado por colegas, Junior voltou a atacar a equipe de jornalistas. O médico precisou ser imobilizado por membros da ROMU, equipe de elite da Guarda Municipal, que estavam no local. “Depois da confusão, os médicos que tentaram prestar atendimento foram coagidos por outros colegas do agressor e denunciados nas redes sociais. Além disso, negaram retornar aos seus postos e não prestaram atendimento à população. A máquina de ponto biométrico também foi quebrada”, disse o jornal.
A Associação Brasileira de Imprensa informou que a truculência do médico atinge a liberdade de imprensa e a cidadania. Em nota, a ABI informou que condena com veemência a atitude antidemocrática do médico. O Conselho Regional de Medicina informou que abriu uma sindicância para apurar as ações do médico e de seus colegas e, se condenado, Junior pode perder o direito de exercer a medicina.
A Prefeitura de Ribeirão Pires informou que um processo administrativo foi aberto, e por conta da gravidade das imagens, o médico, mesmo sendo concursado, poderá ser demitido ao fim do processo.
Saiba mais:

“Após sair da sala do médico ele atacou o cinegrafista na tentativa de quebrar os equipamentos de gravação. Diversos munícipes tentaram intervir em defesa de nosso grupo aos gritos de: ‘Eles vão gravar, sim’ e ‘Médico vagabundo tem que ser exposto’. Alguns chegaram a morder o médico”, afirma o Diário.
Afastado por colegas, Junior voltou a atacar a equipe de jornalistas. O médico precisou ser imobilizado por membros da ROMU, equipe de elite da Guarda Municipal, que estavam no local. “Depois da confusão, os médicos que tentaram prestar atendimento foram coagidos por outros colegas do agressor e denunciados nas redes sociais. Além disso, negaram retornar aos seus postos e não prestaram atendimento à população. A máquina de ponto biométrico também foi quebrada”, disse o jornal.
A Associação Brasileira de Imprensa informou que a truculência do médico atinge a liberdade de imprensa e a cidadania. Em nota, a ABI informou que condena com veemência a atitude antidemocrática do médico. O Conselho Regional de Medicina informou que abriu uma sindicância para apurar as ações do médico e de seus colegas e, se condenado, Junior pode perder o direito de exercer a medicina.
A Prefeitura de Ribeirão Pires informou que um processo administrativo foi aberto, e por conta da gravidade das imagens, o médico, mesmo sendo concursado, poderá ser demitido ao fim do processo.
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