Médico apresenta duas versões para morte de jornalista durante lipoaspiração
Médico apresenta duas versões para morte de jornalista durante lipoaspiração
Na última sexta-feira (5), em Brasília (DF), o médico Haeckel Cabral Moraes foi interrogado a respeito da morte da jornalista Lanusse Martins durante uma cirurgia de lipoaspiração, no dia 25 de janeiro passado.
| Reprodução |
| Lanusse Martins |
No depoimento de sexta, Moraes teria apresentado duas versões para a causa do ferimento que levou à morte a jornalista, segundo relata a delegada Martha Vargas.
Moraes declarou que a perfuração de uma das veias, causa da morte da Lanusse de acordo com laudo do Instituto Médico Legal (IML), teria sido resultado de uma massagem cardíaca. No entanto, ao ser questionado pela polícia a respeito do local da massagem ser acima do rim, o médico então argumentou que a ruptura da veia pode ter ocorrido por causa das mudanças de posição da paciente para o procedimento de lipoaspiração.
Segundo informa o portal G1, Moraes negou a cânula de aspiração utilizada no procedimento tenha causado a perfuração e se defendeu da acusação de erro médico.
Após o interrogatório, a delegada responsável manteve Moraes como indiciado por homicídio doloso, aquele com intenção de matar, uma vez que assumiu o risco de matar a paciente.
Para a conclusão do inquérito, que deve ser enviado ao longo desta semana para o Ministério Público, a delegada quer ouvir alguns familiares da jornalista.
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