Matéria: Rio, 40ºC
Matéria: Rio, 40ºC
Dono do segundo maior faturamento publicitário do país, o Rio de Janeiro, que esteve em baixa até pouco tempo atrás, tem visto um reaquecimento para o seu mercado, que movimentou 4 bilhões de reais só no ano passado e faz jus aos seus 40 graus. Para os anunciantes, o Rio de Janeiro continua lindo.
O Rio de Janeiro sempre foi a capital não-oficial do país, aquela que dava o tom "moleque" do Brasil ao mundo. Apesar de ter sido superado por São Paulo há muitos anos na preferência das empresas e indústrias, o Rio de Janeiro se manteve firme e forte no segundo lugar por várias décadas, até a baixa mercadológica que enfrentou no final da década de 90, quando houve uma sensação de esvaziamento permanente no mercado ( veja box ).
Muitos segmentos, como instituições financeiras, migraram para São Paulo, o que acabou enfraquecendo a indústria carioca e, conseqüentemente, o mercado, as agências de publicidade e os veículos de comunicação. "Acredito que o 'esvaziamento' do Rio se deu mais por uma centralização em São Paulo do que por algum problema específico da região. A questão é que a capital paulista foi ganhando mais força e seu interior também. Foi uma decisão de cunho empresarial", explica Ronaldo Rangel, diretor-geral da DPZ Rio.
Leia matéria completa na edição 208 (dezembro/2005) da revista Imprensa. 





