Mario Sergio Conti estreia coluna semanal de política na "Folha"
O jornalista Mario Sergio Conti estreia nesta terça-feira (8/12) sua coluna semanal no caderno "Poder", do jornal Folha de S.Paulo
Atualizado em 08/12/2015 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista Mario Sergio Conti estreia nesta terça-feira (8/12) sua semanal no caderno "Poder", do jornal Folha de S.Paulo . Nela, ele deve "auscultar a vida política" e evitar o "opinionismo".
Crédito:Divulgação Jornalista diz que sua crítica é "de esquerda sem dogmatismo nem fórmulas prontas"
À Folha , veículo para o qual contribui desde 1977, o jornalista disse que sua crítica é "de esquerda sem dogmatismo nem fórmulas prontas". "O colunismo, as opiniões e as redes sociais transformaram tudo num imenso falatório, um opinionismo. O papel de uma coluna hoje é auscultar o pulsar da vida política e juntar coisas difíceis de ver a olho nu", explicou.
Autor do livro "Notícias do Planalto", em que aborda as relações entre o poder e a imprensa no governo de Fernando Collor, Conti aponta as diferenças e semelhanças com o atual cenário político brasileiro.
Para ele, os dois governos apresentaram baixos índices de popularidade, e ambos "por responsabilidade própria se enfiaram na sinuca de uma situação política e social muito difícil". Uma das diferenças indicadas por Conti é que Collor não tinha "partido, história e nem currículo de serviços prestados aos pobres".
Crédito:Divulgação Jornalista diz que sua crítica é "de esquerda sem dogmatismo nem fórmulas prontas"
À Folha , veículo para o qual contribui desde 1977, o jornalista disse que sua crítica é "de esquerda sem dogmatismo nem fórmulas prontas". "O colunismo, as opiniões e as redes sociais transformaram tudo num imenso falatório, um opinionismo. O papel de uma coluna hoje é auscultar o pulsar da vida política e juntar coisas difíceis de ver a olho nu", explicou.
Autor do livro "Notícias do Planalto", em que aborda as relações entre o poder e a imprensa no governo de Fernando Collor, Conti aponta as diferenças e semelhanças com o atual cenário político brasileiro.
Para ele, os dois governos apresentaram baixos índices de popularidade, e ambos "por responsabilidade própria se enfiaram na sinuca de uma situação política e social muito difícil". Uma das diferenças indicadas por Conti é que Collor não tinha "partido, história e nem currículo de serviços prestados aos pobres".





