Marinha israelense ataca navio com jornalista a bordo
A marinha israelense impediu o avanço de um barco do Serviço de Paz Civil de Gaza, onde estavam 2 ativistas, o capitão e um jornalista
Atualizado em 15/07/2011 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
A marinha israelense impediu o avanço de um barco do Serviço de Paz Civil de Gaza (Civil Peace Service Gaza - CPS), em direção a costa de Gaza, onde estavam dois ativistas da organização, o capitão e um jornalista, informa o jornal
Segundo o periódico, a marinha desferiu ataques contra a embarcação com canhões de água, na última quarta-feira (13), quando estavam a aproximadamente 2 milhas da costa. "Nós os vimos atirando em pesqueiros , então nos dirigimos para a área. Quando nos aproximamos, os navios de guerra deixaram os pesqueiros e se viraram para nós", contou o ativista de direitos humanos Ruqaya Al-Samarrai.
Um porta-voz do exército israelense afirmou desconhecer a investida alegada pela CPS.
Desde 2006, com a captura do soldado israelense Gilad Shalit e o controle do Hamas na região, o exército israelense enrijeceu o cerco marítimo imposto à Gaza, que determina um limite de três milhas náuticas de distância da costa para embarcações estrangeiras. No início deste ano, uma flotilha com suposta ajuda humanitária foi impedida de chegar a Gaza e os ataques, considerados desproporcionais, foram criticados pela comunidade internacional.
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Segundo o periódico, a marinha desferiu ataques contra a embarcação com canhões de água, na última quarta-feira (13), quando estavam a aproximadamente 2 milhas da costa. "Nós os vimos atirando em pesqueiros , então nos dirigimos para a área. Quando nos aproximamos, os navios de guerra deixaram os pesqueiros e se viraram para nós", contou o ativista de direitos humanos Ruqaya Al-Samarrai.
Um porta-voz do exército israelense afirmou desconhecer a investida alegada pela CPS.
Desde 2006, com a captura do soldado israelense Gilad Shalit e o controle do Hamas na região, o exército israelense enrijeceu o cerco marítimo imposto à Gaza, que determina um limite de três milhas náuticas de distância da costa para embarcações estrangeiras. No início deste ano, uma flotilha com suposta ajuda humanitária foi impedida de chegar a Gaza e os ataques, considerados desproporcionais, foram criticados pela comunidade internacional.
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