"Marin perde outra vez", diz Juca Kfouri após ser absolvido de ação por injúria
O jornalista Juca Kfouri usou seu blog no UOL para divulgar na última segunda-feira (22/6) que foi absolvido de um dos processos m
Atualizado em 23/06/2015 às 13:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista usou seu blog no UOL para divulgar na última segunda-feira (22/6) que foi absolvido de um dos movidos contra ele pelo ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin.
Crédito:Agência Brasil/Divulgação Jornalista venceu ação de injúria movida por Marin
Na ação, julgada na sexta (19/6), Marin acusa o jornalista de tê-lo injuriado em dois textos publicados em novembro de 2012 — " " e "O presidente da CBF, e do COI, aos 80 anos, ou anda naturalmente esquecido ou está mentindo". O cartola, preso em maio na Suíça em investigação de corrupção da Fifa, afirma que Kfouri o teria acusado de participar da morte do jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 1975, durante o período militar.
"Este blogueiro foi absolvido em mais um dos processos movidos por José Maria Marin, há quase um mês recolhido numa cela individual em Zurique, na Suíça. Marin, aliás, não pode se queixar da vida. Muito pior seria estar, como esteve Vladimir Herzog, no DOI-Codi, de onde saiu morto depois de ser torturado, em 1975, durante a ditadura brasileira", disse Kfouri ao comentar o resultado do processo.
Crédito:Agência Brasil/Divulgação Jornalista venceu ação de injúria movida por Marin
Na ação, julgada na sexta (19/6), Marin acusa o jornalista de tê-lo injuriado em dois textos publicados em novembro de 2012 — " " e "O presidente da CBF, e do COI, aos 80 anos, ou anda naturalmente esquecido ou está mentindo". O cartola, preso em maio na Suíça em investigação de corrupção da Fifa, afirma que Kfouri o teria acusado de participar da morte do jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 1975, durante o período militar.
"Este blogueiro foi absolvido em mais um dos processos movidos por José Maria Marin, há quase um mês recolhido numa cela individual em Zurique, na Suíça. Marin, aliás, não pode se queixar da vida. Muito pior seria estar, como esteve Vladimir Herzog, no DOI-Codi, de onde saiu morto depois de ser torturado, em 1975, durante a ditadura brasileira", disse Kfouri ao comentar o resultado do processo.
A sentença foi proferida pelo juiz Ulisses Augusto Pascolati Junior. O magistrado absolveu o jornalista de "crime contra a honra". "Não havendo adjetivação ou qualquer adverbiação ou utilização de termo pejorativo, a publicação pela imprensa do discurso do querelante junto a Assembleia Legislativa e a morte do Jornalista Herzog, não constitui ofensa a honra", determinou.





