Marilu Cabañas defende que direitos das mulheres sejam pautas nas redações
Marilu Cabanãs compareceu à cerimônia do “Troféu Mulher IMPRENSA” na noite de segunda-feira, 10, para receber o prêmio da categoria “Repórte
r de Rádio”, e aproveitou a ocasião para destacar a importância de uma premiação que dá visibilidade às jornalistas. Para a repórter da Rádio Brasil Atual, isso reforça a busca pela justiça social entre as mulheres e por seus direitos. “Nós somos jornalistas e precisamos ter estes temas nas pautas das redações. Precisamos dar voz às mulheres que estão sendo caladas”.
Crédito:Edwaldo Costa e Heron MarquesAo receber o prêmio das mãos da jornalista e também premiada Eliane Brum, Marilu divide o troféu com as finalistas e ressalta a importância do trabalho das colegas. Ela inicia seu discurso destacando o motivo pelo qual todos estavam reunidos no Teatro Sérgio Cardoso: “Esse prêmio é tão importante porque ele dá força para a mulher jornalista”.
A jornalista foi finalista da categoria em quatro outras edições da premiação e tem mais de 30 anos de carreira. Ela começou na Rádio Guarujá Paulista aos 17 anos, e então passou pela Rádio Bandeirantes, SBT e pela Rádio Cultura de São Paulo. Em 1987 Marilu recebeu o prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Para quem está começando no jornalismo ela avisa: “Tem que ter determinação, muito foco, muita raça e concentração, e fazer o que ama e com carinho”.
Ao finalizar o seu discurso, Marilu se emociona ao lembrar da luta de sua mãe como empregada doméstica e dedica o prêmio à classe que merece mais visibilidade nos meios de comunicação.






