Marido de Yeda Crusius diz que pedirá comprovação de denúncias publicadas pela Veja

Marido de Yeda Crusius diz que pedirá comprovação de denúncias publicadas pela Veja

Atualizado em 13/05/2009 às 09:05, por Redação Portal IMPRENSA.

Marido de Yeda Crusius diz que pedirá comprovação de denúncias publicadas pela Veja

Agência Brasil
Governadora Yeda Crusius
O economista gaúcho Carlos Crusius desmentiu, na última terça-feira (12), as informações divulgadas pela revista Veja , de que sua esposa, a governadora do Rio Grande do Sul (RS), Yeda Crusius, teria realizado caixa dois para custeio de despess pessoais. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S.Paulo , o profissional negou as denúncias veiculadas na imprensa, de que teria usado cerca de R$ 400 mil da verba eleitoral de Yeda para quitar dívidas de um imóvel comprado pelo casal.

"Jamais recebi R$ 400 mil. Que eu me lembre, nunca um governador fez como a governadora Yeda, que abriu todas as contas da compra da casa, declaração de renda, transações bancárias, que passou pente fino em tudo", disse o econominsta e ex-presidente do conselho de comunicação do governo do Rio Grande do Sul, órgão extinto em janeiro deste ano.

Sobre a reportagem publicada nesta semana pela revista Veja , o economista disse que pedirá comprovações do veículo sobre a autenticidade das fontes e da informação. "Não sei se tem uma fita. Supondo que tenha, quero ver a fita, fazer uma perícia,. Saber onde foi feita a gravação, se as pessoas sabiam que estavam sendo gravadas, se tem interrupções, se foi cortada, se é uma conversa induzida, se é uma conversa combinada".

Na matéria de Veja , Yeda é acusada de receber, ao todo, cerca de R$ 400 mil de duas fabricantes de cigarro e obter auxílio de uma agência de publicidade. Os recursos, segundo a publicação, teriam sido ocultados da declaração de campanha da então candidata.

Na reportagem, Veja disse ter se embasado por conversas gravadas entre o ex-assessor de Yeda, Marcelo Cavalcanti, encontrado morto em fevereiro, e o empresário Laid Ferst, que, segundo a revista, a auxiliava em arrecadações para a campanha.

As denúncias, confirmadas à revista por Magda Koegnikan, ex-companheira de Cavalcanti, foram alvo de críticas da governadora Yeda Crusius. Segundo ela, a gravação é passível de desqualificação, por não haver provas de sua veracidade, tendo em vista a morte do principal personagem citado nas conversas.

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